Mundial: Revista brasileira Kitley especializada em kitesurf rendida ao encanto de Ponta Preta (c\vídeo)

21-02-2024 17:07

Santa Maria, Sal, 21 Fev (Inforpress) –  A revista brasileira Kitley, especializada em kitesurf, detentora dos direitos do GKA/GWA nestas duas modalidades náuticas, kitesurf e wing-foil, presente na I Etapa do Circuito Mundial, mostra-se rendida “ao encanto” da Ponta Preta”.

Igor Pestana, antigo kitesurfista profissional de competição mundial, é uma das caras do Kitley, que está a levar ao mundo os acontecimentos desta competição, mostra felizardo pelo facto de agora estar inserido na equipa de imprensa especializada para fazer a cobertura do I Circuito do Mundial, com a vocação de trabalhar para “o crescimento deste desporto magnifico” que, a seu ver, “tem muito para influenciar uma nova geração”.

Para este arquitecto e urbanista de formação, a Kitley está determinada em mostrar que, para além de ser atleta de competição, é possível sobreviver do desporto, trabalhando nestas áreas dos desportos náuticos, com paixão, saúde, lazer e educação, baseada numa qualidade de vida excepcional.

“Obrigado a todos de Cabo Verde por terem trabalhado duro para mostrar ao mundo o potencial da ilha do Sal, a Ponta Preta, esta praia maravilhosa com altas ondas. Sem o trabalho de vocês nada disto seria possível, seria invisível diante do mundo…Espero que a gente possa estar junta nos próximos anos”, referiu em declarações à Inforpress.

Com mais de 10 anos no mercado, a Kitley, segundo este representante, está a preparar-se para a realização de uma série de eventos, de forma a dar continuidade ao I Open realizado no ano transacto e que contou com o envolvimento de velejadores cabo-verdianos de elite.

Para este ano, explicitou Pestana, todos os atletas do mundo podem inscrever-se para a prova que se realiza em Saquarema, de forma a dar continuidade ao sucesso alcançado no evento de 2023 que, garantem, “mostrou uma condição e uma qualidade incríveis”.

Kesiane Rodrigues, outra atleta brasileira, que ainda no ano transacto apresentou o Brasil nas de baterias do kitesurf mundial, inclusive no circuito de Ponta Preta, disse, por sua vez à Inforpress, que sente um “prazer enorme estar a fazer parte da história do crescimento de kitesurf”.

Kesiane, 29 anos, também se mostrou rendida e encantada pela sua quarta presença em Ponta Preta, agora não como competidora de elite mundial, mas trabalhando para a Kitley, o que para esta que integra o lote das sete melhores praticantes de kitesurf na modalidade, pode ser crucial porquanto almeja tornar-se campeã do mundo nos próximos eventos da GKA.

À Inforpress, revelou que coloca “Cabo Verde na lista dos melhores picos no qual já competiu” e que só se compara “ao nosso Brasil, em que o Rio de Janeiro está sendo bem representado no ano passado, com boas ondas também”, declarou, acrescentando que Ponta Preta, difere porque fornece condições propícias “com as ondas direitas que não têm fim, o tamanho perfeito, às ondas o vento”.

“Estou muito feliz por poder representar o Brasil, a Kitley e a todo o mundo, a torcida, o pessoal da organização, da GKA que fizeram este evento acontecer. Acho que muita coisa ainda está por acontecer e Ponta Preta, para mim é um dos melhores lugares. Gratidão a todos, a organização, a vocês que estão também, fazendo a média para poder facilitar a galera ver quanto é o nosso “sport”, o kitesurf que está crescendo cada vez mais”, frisou Rodrigues.

Especialista em kite-wave e kite Strapper “free-stile”, Kesiane  Rodrigues fez questão de destacar o crescimento da classe feminina na modalidade, assim como o nível que vem aumentando, alegando que se sente feliz pelo facto da competição deste ano envolver 10 atletas femininas, em detrimento dos 10 do ano transacto, razão pela qual se mostra feliz por fazer parte da equipa feminina brasileira.

Com três anos de competição, Kesiane Rodrigues clarificou que está a começar a adaptar-se melhor à kite-wave, argumentando que na região do Brasil onde habita tem poucas condições de ondas, mas o freestyle e vento forte perfeito para o “straps”.

“Estou me preparando bem para os próximos campeonatos. E é isto, um atleta tem de ser completo, ter kite na veia, kite, freestyle, wave, enfim tudo o que é possível fazer no mar, desfrutando esta adrenalina que é o kitesurf que proporciona muita coisa boa à gente”, realçou.

 

SR/HF

Inforpress/Fim

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