Mulheres empresárias veem na feira criativa oportunidade de partilha e de divulgação dos seus trabalhos

04-03-2024 21:41

Cidade da Praia, 04 Mar (Inforpress) – Vinte e duas mulheres empresárias estão a participar na terceira edição da feira criativa, iniciativa do Palácio da Cultura Ildo Lobo, que consideram mais uma oportunidade de partilha e de divulgação dos seus trabalhos.

O evento enquadra-se no “Dia Internacional da Mulher”, assinalado a 08 de Março, e destina-se às criadoras nacionais residentes na ilha de Santiago.

Em representação das expositoras, Maria João Lima e Simone Spencer enalteceram a iniciativa, afirmando que representa uma oportunidade de partilha entre as expositoras, que terão ainda achance de divulgar os seus trabalhos e conhecer novos clientes.

“Já não é a primeira vez que participo na exposição no Palácio da Cultura, eu trouxe a minha marca ´Cacto ´ e também estou a representar a minha mãe com a marca ´Gigi Crochê ´”, adiantou Maria João Lima que se manifestou satisfeita por estar nesta feira, podendo assim dar a conhecer o seu trabalho ao público.

Já Simone Spencer salientou que se trata de uma feira em comemoração ao mês da mulher, considerando importante poder participar nela para divulgar o seu trabalho, desde pintura em telas, em bolsas e outras coisas mais pequenas.

De modo que as expositoras manifestaram expectativa positiva, quer em receber visitantes como também no convívio entre elas.

Nesta terceira edição a feira criativa acontece de 04 a 09 deste mês e junta 22 mulheres empresárias a volta da gastronomia, artesanato, bijuterias, perfumaria, pintura, num mar de criatividade no feminino, conforme descreveu a diretora-geral das Artes e das Indústrias Criativas, Vandrea Monteiro, no acto de abertura.

“Todos estão convidados e devem aproveitar esta altura para visitarem o Palácio da Cultura Ildo Lobo. Nós temos estado a falar muito na união entre os artistas, casar ideias, casar a criatividade, o que pode sair daqui não é apenas um espaço de vender, mas, também um espaço de união, de criação conjunta”, reforçou.

Segundo complementou, esta união de artistas é necessária em Cabo Verde para saírem um pouco do imaginário e juntarem-se à criação também no colectivo.

“Elas têm pedido para estarem nesta casa, e exporem nesta casa, e nós estamos de portas abertas porque o que nós queremos mesmo é que a casa tenha dinâmica, e respire e inspire cultura, e arte”, revelou a diretora-geral das Artes e das Indústrias Criativas.

ET/JMV
Inforpress/Fim

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