Kitesurf: Jovem velejador cabo-verdiano Hendrick Lopes “sonha” fazer história (c\vídeo)

14-02-2024 20:01

Santa Maria, Sal, 14 Fev (Inforpress) – O jovem velejador internacional cabo-verdiano, actualmente a residir em Suíça, Hendrick Lopes, sexto do “ranking” mundial de kitesurf, está de volta à praia de Ponta Preta, onde nos últimos meses tem-se preparando para “fazer historia” no Mundial.

Depois de terminar 2023 na ribalta do Mundial da modalidade, atingindo o sexto do “ranking” mundial, Hendrick Lopes está de volta à terra natal, onde iniciou as primeiras pisadas no mundo dos desportos náuticos com expectativas bem altas, um ano após Ponta Preta ter baptizado o seu lançamento mundial.

“Sinto-me super feliz por ter regressado a casa. Não existe lugar melhor com ondas e ventos perfeitos e gente em terra sempre com aquele apoio. Este ano treinei-me muito para chegar lá no topo”, explicou o velejador que esteve nos últimos anos a aprofundar os seus estudos na Suíça, pelo que conta que está agora capacitado para galgar os terrenos do tio Airton Cozzolino, campeão do mundo em título.

Considera que está a viver um autêntico sonho, competir lado a lado com autênticos lobos do mar como Cozzolino, Mitú Monteiro e Matchú Lopes, todos campeões do mundo, razão pela qual avançou que de há dois anos a esta parte está a correr atrás dos sonhos “para também triunfar”.

Filho da antiga kitesurfista Didi Lopes, atleta que deixou de competir para evitar o nervosismo de concorrer lado a lado com o irmão Cozzolino e o próprio Hendrich, este jovem promissor, já considerado uma certeza da modalidade, disse que continua a inspirar o tio, tendo Mitú Monteiro como uma verdadeira lenda e de quem tem recebido todo o apoio e incentivo.

Reconhece que está sempre sujeito a pressão em todas as competições, já que tem o seu nome sistematicamente ligado ao Airton Cozzolino, mas garante que tem conseguido fintar este “status”, pelo que aspira, mais dia menos dia, “disputar uma final em terra” com o actual detentor do título mundial.

O atleta asseverou que desde que terminou o campeonato do Mundo na sua última etapa em finais de Novembro 2023 no Brasil, regressou a Ponta Preta, onde disse ter estado a “treinar no duro para atingir” o seu sonho.

Nessa perspectiva endereçou uma mensagem a todos os amantes de surf para, uma vez mais, presenciarem o “espectáculo do Mundial”, para apoiarem os praticantes de modo que o título volte a ficar em casa”.

A praia de Ponta Preta recebe de 16 a 25 do corrente primeira etapa do circuito mundial do Mundial kitesurf e do Campeonato do Mundo de Wing-foil, envolvendo os melhores praticantes do planeta, dos quais 15 cabo-verdianos, nas duas modalidades e em ambos os géneros.

 

SR/HF

Inforpress/Fim

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