
Cidade da Praia, 18 Jan (Inforpress) – O presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Financeiras (STIF), Manuel Gonçalves Varela, denunciou hoje a situação em que se encontram os trabalhadores da Agência Reguladora Multissectorial da Economia (ARME), que aguardam a regularização de salários.
Em declarações à Inforpress, o sindicalista disse que esta situação se prolonga “desde há muito”, com “promessas impraticáveis” por parte da empresa.
Explicou que os trabalhadores vêm aguardando a aprovação do Plano de Cargo Funções e Remunerações (PCFR), que a empresa já havia garantido que entraria em vigor a 01 de Janeiro de 2025, algo que, segundo o sindicalista, não aconteceu.
“Recebemos uma versão do PCFR, mas que não chega a cumprir todos os instrumentos de gestão, pelo que fizemos esta denúncia para ver a situação se resolve”, referiu Manuel Gonçalves.
Disse considerar que a atitude da ARME é uma “falta de consideração e descaso” sobre a situação laboral dos trabalhadores, que esperam desde 2020 a melhoria das condições laborais.
“Os trabalhadores respeitam a metodologia na condução dos trabalhos escolhida pelos órgãos de decisão da organização, porém exigem que lhes seja provido tempo para a análise da complexidade desses instrumentos e do seu impacto no desenvolvimento da sua carreira profissional no presente e no futuro”, mencionou o presidente do STIF.
No entanto, Manuel Gonçalves Varela anunciou que caso estas situações não forem resolvidas o sindicato e os trabalhadores vão adoptar outras formas de luta, nomeadamente com greve, acrescentado que são cerca de 50 colaboradores.
OS/AA
Inforpress/Fim
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