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Em declarações aos jornalistas, o morador desta zona Joaquin Lopes salientou que estão nesta situação “complicada” há quase um mês devido à invasão da água de mar nas ruas principais que, por conseguinte, deixou a via coberta de areia.
Desde então, sublinhou a mesma fonte, a areia tem causado bastantes constrangimentos na circulação dos veículos, das pessoas, sendo que também a poeira tem invadido e prejudicado as casas desta comunidade.
“A areia está na estrada obstruindo a via, prejudicando os moradores. E as autoridades não estão a deixar ninguém recolher os inertes para os vender ou utiliza-los nas suas obras. No entanto, não arrumaram nenhuma solução de retirar a areia do caminho. Um carro se estiver sem peso vai sentir muita dificuldade para conseguir circular na estrada da nossa localidade”, frisou.
Joaquín Lopes disse ainda que as autoridades marítimas estiveram no local apenas para proibir as pessoas de apanharem a areia e desde então, nunca mais aparecerem e nem arranjaram solução para resolver a situação.
Por sua vez, o condutor de uma viatura de aluguer, Ivo Gomes, partilhou da mesma opinião, considerando também que a situação está a prejudicar não só os condutores, mas também os moradores desta zona.
Segundo o condutor e também morador, a localidade está nesta situação há cerca de um mês, realçando que alguns moradores já tinham começado a juntar a areia para depois retirar e utilizar ou talvez vender, porém as autoridades os proibiram.
“Já está na altura de decidirem o que pretendem fazer com a areia e resolverem de uma vez por toda esta situação, porque todos nós estamos prejudicados e no meu caso até para colocar o carro na garagem é com muita dificuldade, tendo em conta a quantidade de areia acumulada. Apelo a quem é de direito a tomar uma decisão, ou seja, retirar a areia da via e colocar de novo no mar ou então deixar as pessoas aproveitarem deste material”, finalizou.
A Inforpress tentou ouvir o delegado do Instituto Marítimo Portuário (IMP), mas sem sucesso.
DM/JMV
Inforpress/Fim
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