
Cidade da Praia, 23 Jan (Inforpress) – O Hospital Universitário Agostinho Neto (HUAN) constituiu uma equipa interna para apurar um alegado incidente entre profissionais da instituição e, em paralelo, está a reforçar medidas preventivas para evitar conflitos laborais.
O director e presidente do conselho de administração, Evandro Monteiro, falava à Inforpress à margem da cerimónia de entrega de certificados aos profissionais de saúde que concluíram a formação intensiva na Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC).
Segundo explicou, o conselho de administração actua sempre que surge qualquer situação que possa, directa ou indirectamente, interferir no normal funcionamento da instituição.
“Primeiro, temos que ver a veracidade, o impacto dessas acções e, depois, tomar as medidas”, disse, referindo às informações que circulam nas redes sociais sobre desentendimento entre funcionários no dia 09 de Janeiro, e que “de facto, não houve briga mais sim um desacordo”.
“Nós fomos claros que no exercício das funções há um só caminho, o bom relacionamento entre os profissionais, o exercício ao mais alto nível das funções que cada um tem que desempenhar”, sublinhou, avançando que o caso em causa já foi analisado ao nível do conselho de administração
Evandro Monteiro adiantou que o processo ainda não está concluído e que foi criada uma equipa multidisciplinar para se inteirar a fundo da situação.
“O processo já está fechado. Temos uma equipa constituída, membros do conselho de administração e não só, que foram designados para se inteirar a fundo deste e não só”, precisou.
Segundo o responsável, só depois de reunidas todas as informações será possível avançar com decisões concretas e passos sucessivos.
Evandro Monteiro destacou ainda que a administração do hospital está a apostar numa abordagem preventiva, com o objectivo de promover um ambiente de trabalho harmonioso e evitar a repetição de situações semelhantes.
“Nós não aceitamos isso com passividade, trabalhamos para responder adequadamente e justamente também”, concluiu, reforçando que a instituição trabalha ao mais alto nível.
LT/AA
Inforpress/Fim
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