
Cidade da Praia, 15 Abr (Inforpress) – O Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) socializou hoje o Plano Nacional de Comunicação de Risco, visando orientar uma comunicação eficaz e assertiva em situações de emergência sanitária, promovendo maior coordenação, clareza e prontidão nas respostas no país.
Em declarações aos jornalistas, na cidade da Praia, o membro do conselho directivo do INSP Hélio Rocha sublinhou a importância deste plano para o país, considerando-o essencial para estruturar toda a estratégia de comunicação em cenários de risco, como epidemias ou desastres naturais.
Através deste documento, pretende-se orientar de forma sistematizada a comunicação em situações críticas, garantindo maior eficácia na transmissão de informações à população e promovendo a tomada de decisões rápidas e fundamentadas por parte das autoridades.
Hélio Rocha destacou que experiências anteriores como a pandemia da covid-19 e os surtos de dengue mostraram claramente a necessidade de uma comunicação mais assertiva.
“Este plano oferece linhas orientadoras fundamentais para que a comunicação seja clara, precisa e capaz de engajar as populações na adopção de comportamentos que reduzam os riscos à saúde”, afirmou.
Segundo disse, o documento contempla um conjunto de actividades que serão implementadas com o propósito de melhorar a capacidade nacional de resposta.
“O foco é garantir que, sempre que o país enfrentar situações de emergência sanitária, exista uma base estruturada para informar, mobilizar e proteger eficazmente a população”, acrescentou.
O ateliê conta com a participação de entidades ligadas à saúde humana, animal e ambiental, incluindo representantes do Ministério da Saúde a nível central e regional, delegacias de saúde, a Entidade Reguladora Independente da Saúde (ERIS), a comunicação social e organizações comunitárias.
O plano foi desenvolvido em parceria com a Unicef e integra acções previstas no Plano Nacional de Promoção da Saúde.
AV/CP
Inforpress/Fim
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