Presidenciais2026: Joana Rosa quer ser uma Presidente que “faz diferente e une o país”

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Presidenciais2026: Joana Rosa quer ser uma Presidente que “faz diferente e une o país”
03/11/26 - 05:50 pm

Presidenciais2026: Joana Rosa quer ser uma Presidente que “faz diferente e une o país”

 

Sal Rei, 03 Nov (Inforpress) - A candidata Joana Rosa afirmou hoje que pretende ser uma Presidente diferente, capaz de unir o país, promover o diálogo entre instituições e sociedade civil e contribuir para a estabilidade nacional, através de uma magistratura de proximidade.

Em declarações à imprensa, Joana Rosa, que terminou esta tarde a visita à ilha da Boa Vista para acçoes de campanha, considerou que o Presidente da República deve assumir um papel activo na construção de consensos, na aproximação entre os diferentes actores políticos e na defesa dos interesses dos cabo-verdianos.

“Eu quero ser uma Presidenta da República para juntar o país, para unir o país e para trazer sempre estabilidade”, afirmou Joana Rosa, que acrescentou que pretende cooperar com o Governo, sem deixar de estar atenta aos problemas e às preocupações da sociedade.

Na sua visão, o cargo presidencial deve ser exercido com capacidade de diálogo e moderação, cabendo ao Presidente assumir o papel de árbitro do sistema político e chamar a atenção para situações que possam comprometer o bom funcionamento das instituições e o desenvolvimento do país.

Joana Rosa considerou que uma Presidência diferente deve também distinguir-se pela forma de relacionamento com os cidadãos e com as instituições, defendendo uma comunicação direta com a população.

A candidata ressalvou, entretanto, que uma Presidência activa não significa interferir na Justiça ou assumir funções que pertencem aos tribunais, defendendo que o chefe de Estado deve preservar a imagem e a independência das instituições.

“A Presidente da República não pode tornar-se um justiceiro. Quem julga é o Tribunal”, afirmou, sublinhando que pretende chamar a atenção para os problemas nacionais sem ultrapassar os limites constitucionais das suas competências.

A candidata defendeu ainda que a união nacional deve ser acompanhada pelo reforço do funcionamento das instituições democráticas, através do diálogo com os partidos políticos, os sujeitos parlamentares e a sociedade civil, de modo a construir consensos em torno das questões fundamentais para Cabo Verde.

Além de Joana Rosa, concorrem à Presidência da República José Maria Neves, Antero Tavares, Casimiro de Pina, Gilson Alves e Loisito Tavares de Sousa.

Os seis candidatos disputam a preferência dos eleitores nas eleições de 15 de Novembro, destinadas a escolher o chefe de Estado para os próximos cinco anos.

CM/AA

Inforpress/Fim

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