Parlamento/CGE'2022: Olavo Correia faz avaliação “altamente positiva” do ano com impactos na vida dos cabo-verdianos

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Parlamento/CGE'2022: Olavo Correia faz avaliação “altamente positiva” do ano com impactos na vida dos cabo-verdianos
26/03/25 - 07:49 pm

Cidade da Praia, 26 Mar (Inforpress) - O vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, considerou hoje que a Conta Geral do Estado (CGE) de 2022 é “altamente positiva” sobretudo na evolução macro-económica e arrecadação de impostos, com impactos na vida dos cabo-verdianos e empresas.

Olavo Correia fez estas considerações ao apreciar a Conta Geral do Estado de 2022 no final desta tarde no Parlamento, destacando que a economia concreta cresceu acima dos 05% em 2022, no país.

Em 2022 afirmou ainda que a taxa de desemprego baixou para 11% (por cento) e o déficit orçamental global quedou-se de 09% em 2020 para 3,4% em 2022. As pobrezas extremas e absolutas diminuíram também, acrescentou.

Por outro lado, o governante apontou alguns desafios, com aumento da inflação à volta dos 08%, devido às consequências da pandemia da covid-19, a nível mundial.

Mesmo com muitos desafios, sublinhou que o Governo trabalhou “arduamente” na segurança sanitária do país, protecção das empresas e recuperação das actividades económicas e segurança social. 

Olavo Correia ressaltou ainda melhorias na bancarização do Estado e criação do Conselho de Finanças Públicas.

Continuou que o Governo tem alguns desafios a vencer em matéria da gestão da Conta Geral do Estado, por isso instou a todas as instituições que trabalham na elaboração da Conta do Estado, nomeadamente, o Governo, o parlamento, as instâncias da justiça, as instituições públicas, que têm a obrigação de trabalhar todos os dias para melhorar não só a preparação, mas também a elaboração e a projecção de contas.

De realçar que alguns deputados enalteceram o gGverno por ter cumprido o prazo da entrega da Conta Geral do Estado, mas criticaram, por outro lado, que é preciso melhorar a nível do tempo da entrega do parecer, entre outros aspectos “importantes” a serem trabalhados para a sua melhoria.

DG/ZS

Inforpress/Fim

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