Cabo Verde é o segundo país mais rápido na África Ocidental a nível de ecossistemas de startups

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Cabo Verde é o segundo país mais rápido na África Ocidental a nível de ecossistemas de startups
09/06/26 - 05:09 pm

Cidade da Praia, 09 Jun (Inforpress) – Os dados do Relatório do Índice Global do Ecossistema de Startups 2026, da StartupBlink, indicam que Cabo Verde ocupa a posição 74, com um crescimento global do ecossistema de 31,3%, o segundo mais rápido da África Ocidental.

De acordo com o comunicado de imprensa do Governo, o Índice Global do Ecossistema de Startups 2026 da StartupBlink constitui uma das principais referências internacionais na avaliação de ecossistemas de startups e analisa 120 países e mais de 1.500 cidades.

A mesma fonte indicou que o resultado consolida cinco anos consecutivos de progressão e coloca o país entre os poucos países africanos do Top 100 mundial a subir no ranking deste ano.

O relatório apontou ainda que desde 2021, o arquipélago avançou 13 posições, passando do 87.º para o 74.º lugar, com um crescimento global do ecossistema de 31,3%, o segundo mais rápido da África Ocidental.

A análise por dimensões confirma a consistência desta evolução, onde Cabo Verde lidera em África a nível da Actividade da Comunidade Startup, posicionando-se também no Top 15 a nível mundial e o 2.º lugar no continente africano em Força dos Actores do Ecossistema.

O documento revelou que na África Ocidental, Cabo Verde ocupa o 1º lugar em Apoio às Startups, Atractividade do Ecossistema e Visibilidade Internacional, registando ainda uma posição entre os cinco melhores países africanos no sector de Software e Dados.

Os resultados confirmam a trajectória ascendente de Cabo Verde como economia digital emergente e reforçam o posicionamento do país no mapa global da inovação, demonstrando que o investimento contínuo em talento, empreendedorismo, capacitação digital e ligação internacional está a produzir resultados mensuráveis e reconhecidos.

Para o Governo, Cabo Verde está a provar que a dimensão de um país não limita a sua ambição digital, tal como na cultura e no desporto, começando a ser reconhecidos pelo digital.

O desafio passa agora por transformar este reconhecimento em mais startups que conseguem efectivamente fazer negócio, mais investimento e mais emprego qualificado, ciente que deixou um bom legado e esperançoso que o país continue a avançar a nível do digital.

AV/ZS

Inforpress/Fim

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