
Cidade da Praia, 31 Out (Inforpress) – O candidato presidencial Loisito Sousa considerou esta sexta-feira, na cidade da Praia, necessária a valorização e profissionalização do comércio informal, através de políticas de apoio aos pequenos negócios e maior reconhecimento institucional do sector.
A posição foi manifestada durante um contacto directo com comerciantes e populares nas imediações e no mercado do Sucupira, numa acção de proximidade realizada ao final do dia.
Para Loisito Sousa, o comércio informal, apesar de não estar formalizado perante o sistema económico, representa uma actividade fundamental para o sustento de milhares de famílias cabo-verdianas, garantindo rendimentos, educação dos filhos e autonomia financeira.
“É informal para o sistema político, mas é formal para mim, porque é ele que forma a família, é ele que constrói a família”, afirmou, destacando a importância dos pequenos comerciantes que passam décadas a desenvolver as suas actividades.
Na perspectiva do candidato, é necessário criar condições para que esses negócios evoluam para estruturas mais organizadas e sustentáveis, através da criação de microempresas e do acesso a pequenos empréstimos.
Caso seja eleito Presidente da República, Loisito Sousa disse que perspectiva utilizar as competências constitucionais do cargo para chamar a atenção do Governo e da Assembleia Nacional para a necessidade de políticas que facilitem a organização, a formalização e o crescimento dos pequenos negócios.
Loisito Sousa evocou ainda a sua experiência familiar, recordando a actividade comercial desenvolvida pela mãe, para explicar a importância que atribui aos pequenos negócios e às oportunidades de crescimento para quem começa com poucos recursos.
Para este sábado, o candidato vai continuar os seus contactos com o eleitorado do município do Tarrafal.
Concorrem ao cargo de Presidente da República, para além de José Maria Neves, que busca a renovação do mandato, Antero Tavares, Casimiro de Pina, Gilson Alves, Joana Rosa e Loisito Tavares de Sousa.
Os seis candidatos disputam a preferência dos eleitores nas eleições marcadas para 15 de Novembro, um momento de exercício da democracia e de escolha do chefe de Estado para os próximos cinco anos.
MC/ZS
Inforpress/Fim
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