Seis artistas de Cabo Verde e Moçambique apresentam projectos de Performance e Dança Contemporânea em Lisboa

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Seis artistas de Cabo Verde e Moçambique apresentam projectos de Performance e Dança Contemporânea em Lisboa
17/03/25 - 05:10 pm

Cidade da Praia, 17 Mar (Inforpress) - Nuno Barreto, Djam Neguin e Rosy Timas, de Cabo Verde, e Pak Ndjamena, Mai-Júli Machado e Francisca Mirine, de Moçambique, apresentam em Lisboa os projectos de dança contemporânea que desenvolveram durante as suas residências artísticas.

A Fundação Gulbenkian acolhe, entre os dias 28 e 30 de Março, um programa de dança contemporânea que se estenderá por vários espaços da sua sede e do Centro de Arte Moderna.

O evento insere-se na Mostra de Artistas Residentes PROCULTURA, trazendo para Lisboa projectos desenvolvidos por seis criadores de Cabo Verde e Moçambique.

De acordo com um comunicado de imprensa, os artistas Nuno Barreto, Djam Neguin e Rosy Timas, de Cabo Verde, e Pak Ndjamena, Mai-Júli Machado e Francisca Mirine, de Moçambique, apresentarão criações fruto das suas residências artísticas, realizadas no âmbito do Programa de Mobilidade de Artistas PROCULTURA.

A iniciativa promove a investigação individual, a troca de experiências entre pares e o contacto com diferentes contextos culturais e artísticos.

A mostra, que já passou pelo Mindelo em 2022 e por Luanda em 2024, chega agora à capital portuguesa para dar visibilidade a práticas coreográficas dos PALOP.

O evento explora a intersecção entre tradição e dança contemporânea, criando um espaço de diálogo e intercâmbio com outras linguagens artísticas internacionais.

O PROCULTURA é um projecto financiado pela União Europeia, cofinanciado e gerido pelo Camões, I.P., com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. O programa visa a promoção do emprego no sector cultural dos PALOP e Timor-Leste, fortalecendo as competências dos profissionais da área e disponibilizando financiamento para o desenvolvimento de projectos.

Entre 2019 e 2022, o PROCULTURA concedeu 61 bolsas internacionais para residências artísticas, beneficiando 50 criadores destes países.

Com esta Mostra em Lisboa, os artistas participantes terão a oportunidade de apresentar as suas criações a um público mais amplo, reforçando a visibilidade da dança contemporânea africana e promovendo a conexão entre diferentes universos artísticos.

TC/ZS

Inforpress/Fim

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