
Ribeira Grande, 27 Dez (Inforpress) – A quinta edição da corrida "São Silvestrinha" 2024 realizada hoje na Ribeira Grande, reuniu cerca de 200 crianças de Santo Antão na busca de novos talentos no atletismo numa edição que a organização considerou “especial”.
Em declarações à Inforpress, Eliseu Fortes, da associação de atletismo Jal - Domus Nostra, organizadora da corrida realizada na Avenida do Luxemburgo, disse que a quinta edição da corrida “São Silvestrinha” foi especial porque serviu para identificar novos talentos e massificar o atletismo.
"O objectivo é massificar a prática do atletismo e depois seleccionar os melhores, ou seja, identificar novos talentos”, disse.
“Esta quinta edição é especial e foi melhor que as outras. Pintamos a pista e conseguimos envolver cerca de duzentas crianças pelo que o balanço é positivo”, considerou.
Conforme a mesma fonte, a corrida “São Silvestrinha” prioriza a massificação e a revelação de talentos do atletismo nos três municípios de Santo Antão que, posteriormente, são mapeados e integrados no projecto de atletismo Jal Domus Nostra de modo a iniciarem a formação e projectar novos atletas campeões nacionais e internacionais como outros atletas que foram descobertos nas provas de “São Silvestrinha”.
A encarregada de educação Marina Medina parabenizou a organização pela realização da actividade e disse que deixou o seu filho participar porque ele gosta de competição.
Por sua vez, Araci Rodrigues, mãe de uma das crianças que participou da corrida, pediu para realizarem a prova mais vezes porque “o desporto é bom e as crianças devem estar envolvidas” porque gostam.
Segundo Eliseu Fortes participaram da corrida “São Silvestrinha” crianças dos municípios de Porto Novo, Paul e Ribeira Grande, nos escalões de iniciados, juvenis, juniores e os atletas receberam uma camisola e uma medalhinha.
Foram realizadas provas de 60 a 600 metros até os juniores com participação de atletas dos 5 aos 19 anos.
Ainda foi realizada uma prova na categoria de seniores em velocidade, na distância dos 150 metros, uma opção que, segundo Eliseu Fortes, foi introduzida por se tratar de uma disciplina que tem poucas competições anuais em Cabo Verde.
EL/ZS
Inforpress/Fim
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