
Porto Novo, 16 Jan (Inforpress) – Os munícipes manifestaram hoje o desejo de ver concretizado no decurso de 2025 o Palácio da Justiça para albergar o Tribunal, a Procuradoria e os Serviços dos Registos e Notariado na comarca do Porto Novo, em Santo Antão.
Em conversa com a Inforpress, alguns munícipes elegeram o Palácio da Justiça como uma das infra-estruturas mais desejadas para o município do Porto Novo, numa altura em que os serviços desconcentrados do Estado ligados ao Ministério da Justiça funcionam em edifícios alugados, “sem as condições ideais” para o efeito.
O munícipe Jorge Silva disse não ter dúvidas de que o Palácio da Justiça é necessário para receber, sobretudo, o Serviço dos Registos e Notariado, que funcionam numa casa alugada, que já “não oferece as mínimas condições” para tal.
José Rodrigues também é da opinião de que o Palácio da Justiça deixa “muita falta” ao município do Porto Novo, lembrando que se trata de um projecto há muito esperado pelos porto-novenses.
Igualmente, Rosa Santos disse esperar que o Governo cumpra aquilo que prometeu de construir, no decorrer deste ano, o edifício para proporcionar aos serviços ligados ao Ministério da Justiça instalações dignas para o seu melhor funcionamento.
O projecto do Palácio da Justiça do Porto Novo foi lançado em Setembro de 2024 e, na ocasião, a ministra da Justiça, Joana Rosa, prometeu que o edifício ficaria pronto no decurso de 2025, num investimento de 90 mil contos.
O Palácio da Justiça deve ser erguido num espaço cedido pela câmara municipal, mais precisamente no sítio onde está situada a antiga pousada municipal, nas proximidades do porto.
JM/AA
Inforpress/Fim
Partilhar