Plataforma das ONG saúda ambiente pacífico das legislativas e felicita Francisco Carvalho

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Plataforma das ONG saúda ambiente pacífico das legislativas e felicita Francisco Carvalho
19/05/26 - 12:10 pm

Cidade da Praia, 19 Mai (Inforpress) – A Plataforma das ONG de Cabo Verde saudou hoje o ambiente de tranquilidade, paz e civismo em que decorreram as eleições legislativas de 2026 e felicitou o presidente do PAICV, Francisco Carvalho, pela confiança política recebida nas urnas.

Em comunicado de imprensa, a organização destacou a “forma exemplar, serena e responsável” como os cabo-verdianos participaram no processo eleitoral, considerando que os cidadãos demonstraram “um elevado sentido de responsabilidade cívica e compromisso com os valores democráticos”.

A Plataforma das ONG sublinhou que os eleitores participaram activamente nas eleições, elegendo de forma “livre e soberana” os seus representantes na Assembleia Nacional e os responsáveis pela condução dos destinos do país nos próximos anos.

No documento, a organização felicitou igualmente todos os deputados eleitos, os partidos políticos, nomeadamente MpD, UCID, PTS e PP, assim como candidatos, instituições da República, órgãos eleitorais, forças de segurança, órgãos de comunicação social, observadores eleitorais e cidadãos que contribuíram para o reforço da democracia cabo-verdiana.

A Plataforma reafirmou ainda o compromisso com a promoção da democracia participativa, cidadania activa, direitos humanos, transparência, inclusão social e desenvolvimento sustentável.

A organização manifestou também disponibilidade para manter um diálogo “construtivo e permanente” com todas as forças políticas representadas no Parlamento e com o novo Governo, defendendo o reforço da participação da sociedade civil na formulação, implementação e avaliação das políticas públicas.

De acordo com a mesma fonte, uma sociedade civil “forte, autónoma, plural e participativa” constitui um parceiro estratégico indispensável para o aprofundamento da democracia, promoção da coesão social e resposta aos desafios económicos, sociais e ambientais do país.

“Uma sociedade civil forte não se proclama – constrói-se”, conclui o comunicado.

TC/AA

Inforpress/Fim

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