Fogo: Projecto Destino Fogo socializa plano de acção do ecoturismo da ilha com actores do sector

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Fogo: Projecto Destino Fogo socializa plano de acção do ecoturismo da ilha com actores do sector
14/10/26 - 02:00 pm

São Filipe, 14 Out (Inforpress) – O projecto Destino Fogo socializa hoje o plano de acção do ecoturismo na ilha do Fogo através da realização de uma mesa técnica de turismo.

A mesa técnica, que será realizada na tarde de hoje, destina-se à recolha de contributos dos actores do sector do turismo para o aperfeiçoamento e consolidação do documento estratégico.

A iniciativa, promovida no âmbito do projecto “desenvolvimento ecológico e sustentável do turismo e inovação na oferta na ilha do Fogo – Destino Fogo” e implementada pela organização não-governamental italiana, Cospe, tem como objectivo promover a análise participativa do plano e garantir que as acções propostas respondam às necessidades e à realidade turística da ilha.

O documento está a ser elaborado em articulação com a carta de valores do turismo responsável, também desenvolvida no âmbito do projecto, de modo a assegurar que as iniciativas previstas estejam alinhadas com os princípios comuns de responsabilidade, inclusão e sustentabilidade.

A mesa técnica constituiu um espaço de diálogo e concertação entre os diferentes intervenientes, visando consolidar propostas e orientações estratégicas ajustadas às características e potencialidades dos três municípios da ilha, nomeadamente, São Filipe, Santa Catarina do Fogo e Mosteiros.

O plano de acção do ecoturismo pretende contribuir para a valorização do património natural, cultural e produtivo do Fogo, reforçando a participação dos actores locais e a articulação entre instituições públicas, organizações da sociedade civil, operadores turísticos e comunidades.

Com esta iniciativa, o projecto Destino Fogo procura promover um modelo de turismo sustentável que valorize os recursos endógenos e contribua para um desenvolvimento territorial equilibrado, criando oportunidades económicas e sociais para as comunidades locais.

JR/HF

Inforpress/Fim

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