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Santa Cruz: Comunidades de Libencha e Ribeirão Moura com energia 100 por cento (%) solar

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Arquivo Histórico pretende replicar formação em conservação, restauro e encadernação de documentos em outras regiões do arquipélago

São Vicente: Associação Abadá-Capoeira realiza gincana para estimular atletas mirins

Parlamento: PAICV defende “promoção e dinamização” da economia marítima para tirar maior proveito do seu potencial

Cidade da Praia, 13 Jun (Inforpress)- O PAICV defendeu hoje a promoção e a dinamização da economia marítima, com vista a tirar o maior proveito do seu potencial, considerando que o sector constitui um “eixo importante” para Cabo Verde.

A posição foi assumida numa declaração política lida pelo deputado daquela força política eleito pelo Círculo de São Vicente, João do Carmo, sobre o Dia Mundial dos Oceanos, assinalado a 08 de Junho.

Para o maior partido da oposição, os oceanos não são apenas uma “fonte de beleza e de lazer”, representam a essência da vida, argumento que em Cabo Verde, a diversidade marinha é “um tesouro” que todos deveriam proteger e preservar para as gerações futuras.

No entanto, frisou, apesar da sua vital importância, os oceanos enfrentam desafios a nível da poluição, pesca excessiva, alterações climáticas, que têm ameaçado a saúde dos ecossistemas marinhos.

“Existem desafios no melhoramento da gestão dos oceanos, de modo a assegurar a sustentabilidade deste recurso”, disse, destacando a sua importância para a economia.

João do Carmo diz que chegou o “tempo de a economia azul sair das intenções e dos discursos” do Governo do MPD e começar “efectivamente a tirar proveito da economia azul sem descurar a questão da sustentabilidade”.

“Vamos proteger e preservar estes preciosos recursos naturais, não apenas por nós, mas pelas gerações futuras e por toda a vida que habita os nossos centros. É preciso refletir sobre o papel que desempenhamos na conservação dos oceanos, desde a redução do consumo de plástico até o apoio a iniciativas de limpeza costeira”, sublinhou.

Por outro lado, afirmou que o Governo “não soube” trabalhar neste sector, dando exemplo do plano estratégico do “cluster” do mar e a situação do Porto do Maio e o seu assoreamento.

“Desde 2019, o Ministério das Infraestruturas iniciou as obras de construção do Porto, é um reflexo claro e inequívoco da incompetência do actual Governo na gestão dos recursos públicos e no cumprimento das suas responsabilidades perante o povo”, afirmou, sublinhando que esta obra era uma promessa de desenvolvimento e crescimento económico para esta ilha.

“Estamos em Junho de 2024 e o Porto, que deveria estar operacional há dois anos, encontra-se inoperável devido a graves erros cometidos pelo Ministério do Mar e pelo Ministério das Infraestruturas. Este desgoverno tem repetidamente falhado em ouvir e responder às necessidades reais da população, resultando num desperdício de recursos públicos”, criticou.

A mesma adiantou que os cabo-verdianos não podem continuar a pagar por “erros de gestão, incompetente e irresponsabilidade”” neste sector.

“Exigimos uma resposta imediata e eficaz ao problema do assoreamento do Porto do Maio. É imperativo que este desgoverno pare de priorizar a sua imagem e comece a trabalhar para as reais necessidades do povo de Cabo Verde”, concluiu.

 Por seu turno, o deputado da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) João Santos Luís disse que os oceanos são uma temática importante e que os principais actores políticos deveriam sentar à mesa para encontrar soluções, através do mar para o desenvolvimento do país.

“Isto não está a acontecer”, observou, afiançando que tem assistido promessas do antigo e actual Governo, mas que na prática “não se sente” o trabalho e o “melhor caminho” neste sector, considerando que o mar é e será o “patamar importante” para o desenvolvimento do país.

DG/JMV
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Direcção Nacional das Receitas do Estado apreendeu em 2023 mais de 41 mil contos em divisas não declaradas

Cidade da Praia, 13 Jun (Inforpress) – A Direcção Nacional das Receitas do Estado (DNRE), através da Delegação Aduaneira do Aeroporto da Praia, efetivou 17 apreensões de divisas não declaradas (euro e dólar), em 2023, totalizando um montante de 41.172.103,49 ECV.

Em comunicado, o Governo, através do Ministério das Finanças, explicou que as apreensões decorreram no âmbito do exercício da sua competência de controlo, sendo que as divisas apreendidas tinham como destino, sobretudo, Lisboa e Dacar.

A mesma fonte avançou que este valor superou as apreensões realizadas em 2022, que atingiram os 9.242.049,63 ECV.

“Tais apreensões de divisas justificam-se pelo facto de não terem sido cumpridos os procedimentos legais, em conformidade com o número um do artigo 11 da Lei no 120/VIII/2016, de 24 de Março, que estabelece a obrigatoriedade de apresentação do formulário “Declaração de Divisas”, explicou a mesma fonte.

Ou seja, clarificou, sempre que os passageiros, nacionais ou estrangeiros, entrem ou saiam do território cabo-verdiano com o montante igual ou superior a 1.000.000$00 (um milhão de escudos), ou equivalente em moeda estrangeira tem essa obrigação.

Trata-se de uma acção, conforme adiantou o Governo, também alinhada às medidas que vêm sendo implementadas para detectar os movimentos físicos de dinheiro líquido, incluindo o sistema de declarações, estabelecidas pelo Grupo de Acção Financeira sobre o branqueamento de capitais (GAFI), organismo intergovernamental.

Isto, visando conceber e promover, a nível internacional, estratégias contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo.

ET/AA

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Santa Cruz: Comunidades de Libencha e Ribeirão Moura com energia 100 por cento (%) solar

Pedra Badejo, 13 Jun (Inforpress) – Os moradores de Libencha e Ribeirão Moura, no município de Santa Cruz, viram hoje “chegar” às suas casas energia limpa e sustentável, permitindo-lhes assim ter melhores condições de vida.

Conforme contaram os moradores, este é um sonho acalentado há muitos anos, mas que nem tinham esperança de que era possível se tornar realidade, tendo em conta o valor que a Electra estava a cobrar para electrificar as 32 casas existentes nestas duas zonas.

Entretanto, segundo a moradora Margarida Cabral, graças ao engajamento da equipa camarária e parceiros estrangeiros, hoje a energia eléctrica já é uma realidade e o mais importante é que é uma energia totalmente limpa, permitindo assim a essas comunidades dar alguma contribuição na luta pelo combate às alterações climáticas.

Essa moradora contou que a vida nessas comunidades era um pouco “apagada”, porque não tinham condições de custear com as despesas.

Na aldeia, lembrou que somente uma moradora tinha um pequeno gerador e frequentemente se reuniam para amealhar algum dinheiro, para aquisição de combustível e assim poder usufruir de energia eléctrica para pelo menos ver o telejornal, carregar um telemóvel, ou mesmo para os filhos estudarem e pesquisarem alguma matéria escolar.

Mas, caso não fosse assim, a vida era totalmente “complicada”, exemplificando que nem peixe poderiam comprar para guardar porque não era possível conservá-lo no frigorífico ou na arca.

Igualmente, a moradora Maria Semedo evidenciou que era algo esperado há vários anos, mas somente agora foi possível e o que lhes resta é agradecer e cuidar do projecto, porque hoje já têm luz nas suas residências e não comparticiparam com nenhum valor, uma iniciativa que considerou como sendo “louvável”, principalmente pelo facto de ser energia renovável.

Com este ganho, ressaltou que agora os filhos não precisam de se deslocar a outras localidades para estudarem ou realizar algum trabalho de pesquisa, uma situação que lhes preocupava muito tendo em conta a onda de violência por que passa o mundo.

Esta moradora sublinhou que ainda existem outros desafios, nomeadamente o problema de água e de estrada em condições, mas estão confiantes de que todas essas situações vão ser resolvidas com o tempo.

Já o presidente da Associação Agro Barragem, Carlos Tavares, explicou que em cada casa instalaram três painéis solares, com a capacidade de fornecer 1000kw de luz e uma bateria de armazenamento com a mesma capacidade, permitindo essas comunidades estarem em pé de igualdade com as outras.

Sendo uma comunidade agrícola, este responsável avançou que agora vão fazer um melhor aproveitamento dos seus produtos, encorajados que estão agora para adquirirem equipamentos de conservação, cabendo a cada família fazer a gestão da sua energia.

O projecto foi implementado pela Câmara Municipal de Santa Cruz, em parceria com a Fundação Canárias para o Controle de Doenças Tropicais (FUNCCET).

Na ocasião, o presidente da fundação, Basílio Valladares Hernández, ressaltou que para o combate às alterações climáticas a opção tem sido apostar nas energias renováveis, defendendo que os projectos não devem ficar somente em promessas, mas sim serem realizados, explicando assim o motivo de terem envolvido neste processo.

Por seu turno, o presidente da câmara, Carlos Silva, ressaltou que o projecto enquadra-se também na política do combate às alterações climáticas, porque, sublinhou, está-se a falar de energia limpa e renovável, que é um dos maiores recursos que Cabo Verde dispõe, neste caso o sol.

E por ser um município agrícola, salientou que é necessário aproveitar o sol para transformar em energia e assim tratar a água do mar para poder ter com que praticar a agricultura, garantir o rendimento e desenvolvimento social, económico e ambiental.

Nas imediações destas duas comunidades o autarca informou que também há uma outra comunidade de difícil acesso e que não tem energia eléctrica, e está a pensar em trabalhar num projecto semelhante para a eletrificação das sete casas ali existentes.

O projeto surgiu no âmbito da participação dos técnicos da Câmara Municipal de Santa Cruz no Programa Internacional Campus África da Universidade La Laguna Tenerife e a empresa Solar Canarias foi a responsável pela materialização do projeto de energia renovável para as aldeias de Libencha e Ribeirão Moura, em Ribeira Seca.

MC/JMV
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Arquivo Histórico pretende replicar formação em conservação, restauro e encadernação de documentos em outras regiões do arquipélago

Cidade da Praia, 13 Jun (Inforpress) - O presidente do Arquivo Histórico (IANCV), José Borges, anunciou hoje que a instituição pretende replicar a formação     em conservação, restauro e encadernação de documentos, dada a necessidade de arquivistas na região norte de Santiago e nas ilhas do Barlavento.

Este responsável falava à imprensa, à margem do encerramento da formação sobre “Conservação, Restauro e Encadernação de Documentos em Suporte Papel”, um projecto financiado pelo Instituto Camões, que contou com a participação de 11 instituições, entre escolas secundárias e entidades governamentais.

Esta iniciativa surgiu, explicou, na sequência de um workshop na Escola Técnica Cesaltina Ramos com os estudantes do curso Artes Gráficas, asseverando que o intuito inicial era realizar a formação nos primeiros três meses de 2024.

“Então, portanto, empurramos a formação agora para junho, para enquadrar com a Semana Nacional dos Arquivos. E o que pudemos constatar é que foi muito bem acolhida pelas instituições que convidamos, foram 11 instituições da República, e três escolas técnicas” disse, reiterando que a formação foi ministrada por técnicos portugueses e técnicos do Arquivo Nacional.

A ideia, explicou, é possibilitar às instituições e aos alunos absorverem os conhecimentos na matéria e replicar na própria instituição, sublinhando que o feedback foi muito positivo e que esta semana se encerra a segunda parte da formação ligada à encadernação de documentos.

“Portanto, temos aqui excelentes amostras do trabalho que foram feitos pelos formandos e eu estou surpreso, como vocês podem constatar com imagens, foi um trabalho fantástico que foi desenvolvido em uma semana de formação e encadernação, já temos isto aqui como resultado”, realçou.

“Estamos a trabalhar em parceria com o Instituto Camões para ver se temos condições de, entre Setembro e Outubro, levar essa formação para Barlavento, para apanhar as duas escolas técnicas de São Vicente e Santo Antão, também outras instituições de ensino e que possa também abranger a região norte do país com essa formação”, adiantou, ressaltando que o arquivo dispõe de uma técnica formada na matéria.

Jorge Borges destacou os desafios constantes a nível da qualificação do quadro técnico do IANCV, recordando o número reduzido de arquivistas formados nas décadas de 80 e 90, sendo que o País tem a necessidade de acompanhar a demanda da preservação documental.

“Portanto, é uma carência que nós temos de ter arquivistas, mas não só.  Nós temos aqui perante vocês a parte audiovisual, a parte de fotografia, temos também de ciência, é um trabalho que nós estamos a fazer em parceria para responder às necessidades, mas também o desafio da transição para o digital”, acentuou.

L/JMV
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São Vicente: Associação Abadá-Capoeira realiza gincana para estimular atletas mirins

Mindelo, 13 Jun (Inforpress) – A Associação Abadá-Capoeira organiza no domingo, 16, no Mindelo, uma “mega gincana” de capoeira para estimular os seus atletas mirins e os preparar para competições de nível internacional, asseverou o membro da comissão organizadora.

A ideia do evento, que acontece no pavilhão da Escola Salesiana de Artes e Ofícios, é motivar as crianças da escola a participarem de competições internacionais, disse Nailton Lopes à Inforpress.

“A gincana pretende ser tipo um laboratório preparatório para que os nossos atletas possam futuramente participar, por exemplo, dos Jogos Mundiais de Capoeira, realizados no Brasil, pelo Abadá-Capoeira Internacional”, explicou a mesma fonte, lembrando que, além do Brasil, a associação está presente em mais 69 países do mundo, incluindo Cabo Verde.

Segundo Nailton Lopes, a gincana se mostra também como uma oportunidade dos atletas mirins terem mais competições a nível nacional, dado que, normalmente, só é organizado o baptizado de troca de cordas, que acontece uma vez por ano.

Com este propósito, a escola pretende reunir no domingo, cerca de 50 crianças dos 04 aos 13 anos, num evento que ainda celebra o Dia da Criança, assinalado no mesmo dia.

O programa, conforme a mesma fonte, divide-se em duas partes, sendo a primeira com função lúdica, através de jogos tradicionais adaptados à capoeira.

Já a segunda parte, ajuntou, será mais de competição, com demonstrações a solo e ainda jogos dois a dois, que vão ser avaliados por um corpo de jurados,

Todos esses desafios, assegurou Nailton Lopes, serão feitos para pôr à prova as habilidades físicas e mentais dos alunos por forma a melhorar a parte técnica da capoeira.

LN/CP

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Presidente da AN da Costa do Marfim propõe acções concertadas para ultrapassar os desafios da África 

Cidade da Praia, 13 Jun (Inforpress) - O presidente da Assembleia Nacional (AN) da Costa do Marfim propôs hoje o reforço da parceria e implementação de acções concertadas e imediatas para superar os desafios e construir um futuro mais justo, durável e pacífico para os povos.

Durante a sua intervenção na sessão solene especial de boas-vindas, Adama Bictogo lembrou que o continente africano continua a ser confrontado com crises, desafios e enormes problemas a nível de segurança, mudanças climáticas e de estabilidade que necessitam e requer a colaboração acrescentada e acções concertadas de todos.

Segundo avançou, a desregulação climática, a crise energética e a mudança climática são desafios globais e que afectam particularmente os países africanos, e merecem uma especial atenção também a nível políticas ambientais ambiciosas que possam encorajar as iniciativas locais de transição e de resiliência climática.

Por outro lado, o presidente do parlamento da Costa do Marfim propôs um trabalho em conjunto para reforçar as instituições democráticas, promover uma boa governança e garantir a segurança das fronteiras, e através da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), agir e trabalhar para o retorno à ordem constitucional nos Estados que estão em conflitos armados.

“É a hora dos países da nossa sub-região deixar de lado suas divergências e concentrarmos naquilo que nos uniu, oferecendo às nossas populações a possibilidade de superar os desafios e de construir um futuro mais justo, mais durável e mais pacífico para os nossos povos e a nossa solidariedade regional deve ser o fundamento da nossa estabilidade e da nossa prosperidade”, precisou.

Adama Bictogo defendeu ainda o reforço a nível económico, social e político para fazer face aos desafios comuns a nível da CEDEAO, sobretudo na promoção da integração regional.

Segundo disse, a nova ordem geográfica e económica imposta pela guerra na Ucrânia e pelo conflito Israel-Palestina, a inflação financeira galopante, interpela os países da sub-região a reforçar as relações sul-sul, sendo que África é capaz de subir ao mais alto nível.

Adama Bictogo partilha da mesma opinião de que a instalação de uma linha aérea e marítima entre Abidjan e Praia poderá também ser um factor de aceleração de todas as componentes económicas e comerciais e levar ao reforço das relações entre os dois povos e países.

O presidente da Assembleia Nacional da Costa do Marfim, chefia uma delegação que se encontra em Cabo Verde numa visita de dois dias.

Durante o encontro desta manhã, os dois parlamentares assinaram um protocolo de cooperação e à tarde está prevista uma visita ao Núcleo Operacional para a Sociedade de Informação (NOSI).

AV/CP

Inforpress/Fim

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Porto Novo/Chã de Norte: Escassez de água para agricultura e péssimo estado da estrada de acesso preocupa agricultores

Porto Novo, 13 Jun (Inforpress) – Os agricultores em Chã de Norte, no interior do município do Porto Novo, em Santo Antão, manifestaram hoje a sua preocupação face aos problemas por que passam, neste momento, sendo de destacar a escassez de água.

O porta-voz dos agricultores, Dinelson Lima, disse à Inforpress que os 61 lavradores locais estão a enfrentar “uma situação difícil” devido a escassez de água para a irrigação, explicando que os 140 metros cúbicos de água que o furo local disponibiliza, diariamente, já não atende à demanda.

Este agricultor pediu ao Ministério da Agricultura e Ambiente para avançar com a execução de um segundo furo em Chã de Norte para aumentar a disponibilidade de água para a agricultura nesse vale.

Devido à escassez de água, a agricultura em Chã de Norte pode estar comprometida, segundo Dinelson Lima, explicando que o intervalo de rega para os mais de 60 agricultores é de 11 dias, um período demasiado longo para as culturas, que, às vezes, se perdem por falta de água.

Uma outra preocupação dos agricultores e da comunidade, no geral, se prende com a situação da estrada de acesso à Chã de Norte, cujo estado dificulta o escoamento dos produtos.

Aliás, os moradores já alertaram às autoridades competentes para a necessidade de proceder à requalificação da estrada, que está a constituir-se num “perigo” para a vida das pessoas.  

Dinelson Lima confirmou que a estrada está em “péssima situação” e que o risco de acidentes nessa via é “muito elevado”, razão pela qual o Governo deveria priorizar a requalificação da mesma “antes que aconteça o pior”.

A Inforpress apurou junto da delegação do Ministério da Agricultura e Ambiente no Porto Novo que este município vai beneficiar de um programa de perfuração, que contemplará a execução de dez furos.

JM/CP

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Medvedev defende "causar o máximo dano" aos EUA e aliados

Madrid, 13 Jun (Inforpress) – O ex-presidente russo Dimitri Medvedev defendeu hoje "causar o máximo dano" aos EUA e seus aliados pelas sanções contra Moscovo, incluindo entrega de armas "aos inimigos do mundo ocidental" e recurso a notícias falsas.

"Novas sanções norte-americanas. Em breve haverá sanções europeias. É necessário responder? Parece que não, uma vez que já somam dezenas de milhares. Aprendemos a viver e a desenvolver-nos apesar das sanções", escreveu Dimitri Medvedev numa mensagem publicada na sua conta no canal Telegram, citada pela Europa Press.

O antigo presidente da Rússia e actual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, ressalvou contudo que, "por outro lado, é necessário (responder)".

Medvedev denunciou que Washington e os seus aliados declararam uma "guerra sem regras" a Moscovo, sublinhando que "é necessário tentar causar todos os dias o máximo de dano aos países que impuseram estas restrições" à Rússia e seus cidadãos, insistindo em impor "danos onde se possam causar danos".

Medvedev defendeu a imposição de "danos às suas economias, instituições e governantes" e "danos ao bem-estar dos seus cidadãos e à sua confiança no futuro".

"Para isso devemos procurar as vulnerabilidades chave das suas economias e aplicar-lhes golpes em todas as áreas. Causar danos em todas as partes, paralisar as empresas e agências governamentais", acrescentou.

"Receiam que entreguemos armas aos inimigos do mundo ocidental? Devemos dar-lhes todo o tipo de armas, excepto armas nucleares, por enquanto" defendeu, continuando: "Receiam a anarquia e uma explosão do crime nas principais cidades? Devemos ajudar a desorganizar os seus governos locais".

"Queixam-se da nossa utilização de notícias falsas? Vamos transformar as suas vidas num pesadelo louco em que já não sejam capazes de distinguir a ficção mais clara da realidade do dia-a-dia", disse.

Inforpress/Lusa

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