
Cidade da Praia, 30 Jan (Inforpress) – O Ecobank Cabo Verde celebrou hoje 15 anos como banco comercial com um seminário de alto nível, na Praia, onde reafirmou o compromisso com o reforço da integração económica do país na região africana e no mundo.
A posição foi manifestada à imprensa pelo presidente do Ecobank Cabo Verde, Emanuel Lima, no âmbito do seminário sobre “Integração Económica Regional e Oportunidades da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA).
Segundo o responsável, o banco conta, actualmente, com 15 anos de presença no arquipélago, enquanto banco comercial, mas chegou a Cabo Verde há 21 anos para, numa primeira fase ligar o país e a diáspora como banco de transacção.
“Veio com o objectivo de disponibilizar todo um conjunto de propostas e de soluções, seja aqui em Cabo Verde, seja também na diáspora. Investidores africanos ou do mundo que querem investir em Cabo Verde encontram soluções para investir em Cabo Verde, assim como também cabo-verdianos poderão investir na África”, sublinhou.
Acrescentou que, enquanto banco pan-africano, presente em 34 países, o banco que dirige dispõe de uma rede que facilita a mobilização de recursos, o financiamento do comércio externo e a criação de ligações entre diferentes economias.
“Portanto, temos aqui oportunidades que poderão ser disponibilizadas aos cabo-verdianos em Cabo Verde, mas também tem financiamentos para empresas que querem operar externamente”, explicou.
Conforme precisou, o Ecobank disponibiliza soluções de financiamento em sectores como pesca, indústria e comércio, além de produtos adaptados aos diferentes mercados, visando a promoção da inclusão financeira, do empreendedorismo feminino e do sector digital.
Realizado sob o tema “Cabo Verde e a integração africana: oportunidades da zona de comércio livre continental (ZCLCA) e o papel do banking pan-africano”, Emanuel Lima afirmou que o evento visa, por um lado, posicionar o Ecobank enquanto banco cabo-verdiano, banco pan-africano, de soluções para cabo-verdianos e para a diáspora.
Foi dirigido a um público-alvo selecto, incluindo altos representantes do Governo, corpo diplomático, presidentes e CEO de empresas, associações empresariais e media especializada e contou com o alto patrocínio do vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças.
ET/HF
Inforpress/Fim
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