
Ribeira Brava, 21 Ago (Inforpress) – O novo ano letivo arrancou hoje no município da Ribeira Brava “de forma tranquila”, apesar de ainda persistirem necessidades pontuais de professores, decorrentes de processos de transferência, informou o delegado do Ministério da Educação, Januário Gomes.
Em declarações à Inforpress, o novo delegado do Ministério da Educação no concelho da Ribeira Brava avançou que todas as escolas do município iniciaram as atividades lectivas, tanto no período da manhã como no da tarde.
Segundo este responsável, a principal situação ainda por resolver prende-se com a colocação de alguns professores, devido a processos de transferência e necessidade de colocação na ilha de novos docentes.
O mesmo avançou ainda que para o presente ano lectivo, o município conta com dois agrupamentos escolares, sendo o Agrupamento 1, localizado no centro da Ribeira Brava, e o Agrupamento 2, na zona de Fajã.
No total, estão matriculados aproximadamente 1.280 alunos, desde o pré-escolar ao ensino secundário, acompanhados por uma média de 130 professores dos diferentes subsistemas de ensino.
Entre os principais desafios para o novo ano letivo, Januário Gomes indicou o reforço da qualidade do processo de ensino-aprendizagem e a valorização da classe docente.
O delegado apontou igualmente a necessidade de intervenções em algumas escolas, nomeadamente na Escola Baltazar Lopes da Silva e na Escola Narciso Romano, em Fajã, defendendo uma articulação entre os serviços centrais do Ministério da Educação e a Câmara Municipal da Ribeira Brava para ultrapassar essas necessidades.
O município tem registado uma tendência anual de redução de numero de alunos, admitiu.
Neste sentido, este ano a escola de Caleijão, que conta apenas com um aluno no primeiro ano, foi encerrada e a Delegação estuda o caso da escola de Campinho, com uma única turma da quarta classe, constituída por cinco alunos.
Januário Gomes explicou que está a ser ponderada a possibilidade de transferência desses alunos para a Ribeira Brava, sobretudo tendo em conta o reduzido número de estudantes e a existência de apenas um professor, embora tenha sublinhado que ainda não existe uma decisão definitiva sobre a matéria.
Quanto à alimentação escolar, garantiu que as cantinas estão preparadas para o arranque das atividades.
WM/AA
Inforpress/Fim
Partilhar