VIII Fórum Diocesano da Juventude desafia jovens a “obedecer as doutrinas de Jesus”

Cidade da Praia, 07 Abr (Inforpress) –  O VIII Fórum Diocesano da Juventude, que aconteceu durante esta semana na Praia, encerrou hoje com um desafio aos 250 jovens participantes, dos quais 160 que representavam as Paróquias, a continuarem a obedecer a doutrina de Jesus.

Segundo o padre Samuel da Costa, o VIII Fórum Diocesano da Juventude teve como lema “Fazei o que ele vos disser” para instigar os jovens a obedecer aquilo que Jesus disse, porque é “o único caminho que conduz à felicidade”.

“Num mundo onde há várias opções, muitas aparências de felicidade, queríamos transmitir aos jovens que a felicidade maior vem de Jesus Cristo e acontece, sobretudo, quando a pessoa é capaz de obedecer aquilo que Jesus nos diz”, concretizou o padre.

E porque todos os dias cada um é chamado a dar o seu testemunho, com esta mensagem transmitida durante a semana, o desafio, segundo o padre Samuel da Costa, é levá-la à família, à escola e ao trabalho.

“Só assim se pode dizer” que o VIII Fórum Diocesano da Juventude “foi realmente um sucesso” porque “o sucesso não é só hoje, mas sobretudo a continuidade que se dá”, sentenciou o padre.

Com base nisso, o mesmo lembrou que na manhã de hoje, durante a missa, o cardeal Dom Arlindo salientou a necessidade de os jovens “terem Cristo como centro” e de “serem capazes de beber da fonte que é Cristo” para depois tornearem-se “fonte para outros jovens” ajudando-os a aproximarem de Deus e da igreja.

“O Objectivo do fórum é nós fazermos uma experiência intensa de encontro com Cristo, com os irmãos, e depois nas comunidades os representantes serem capazes de transmitir esta fé, com firmeza e com grandeza de ânimo”, ajuntou a mesma fonte.

Para além do acolhimento das famílias, o padre Samuel da Costa destacou como “pontos importantes” do fórum os momentos de reflexão que culminaram em eucaristias, as conferências com o Cardeal, as formações, as visitas às comunidades e a pessoas debilitadas e a sopa partilhada com os mais necessitados.

Na sua óptica foram momentos não só para o convívio entre os jovens, mas também para formar e prepará-los a “viverem melhor a sua fé” e a serem capazes de “dar as razões à sua fé”.

CD/AA

Inforpress/Fim

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