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UNTC-CS rejeita reconhecimento de plataforma criada “à revelia” dos estatutos da organização

Cidade da Praia, 23 Nov (Inforpress) – A União Nacional dos Trabalhadores de Cabo Verde – Central Sindical (UNTC-CS) disse hoje  “não reconhecer nenhuma plataforma criada à revelia” dos estatutos da organização, apontado ainda perseguição contra a secretária-geral, Joaquina Almeida.

O membro da Comissão Permanente da UNTC-CS Fernando Baldé, falava hoje à imprensa, em reação à conferência de imprensa de 12 sindicatos filiados na organização que apresentaram publicamente uma Plataforma Sindical que objectiva “unir e resgatar” a central sindical.

Conforme apontou, a UNTC-CS “não reconhece nenhum grupo e muito menos nenhuma plataforma”, pelo facto de terem sido criados “à revelia” dos estatutos da organização, explicando que as declarações proferidas pelo presidente de Sindicato de Metalomecânica, Transportes, Turismo e Telecomunicações (Simetec) são “ilegítimas e de má-fé”.

“Ele e seus camaradas defendem problemas pessoais, não se interessam pelos problemas dos trabalhadores, particularmente dos marítimos, que estão abandonados há mais de 20 anos”, assinalou.

Segundo o sindicalista, as críticas feitas pela plataforma contra a secretária-geral da UNTC-CS “não têm fundamento” e visam “perseguição”, pois, considerou, o trabalho feito por Joaquina Almeida “tem sido meritório”.

“A secretária-geral tem feito um trabalho meritório visitando empresas, auscultando, dando voz e vez aos trabalhadores em Cabo Verde”, reforçou.

A Plataforma Sindical reclamou ainda da situação do Conselho Nacional da UNTC-CS que deve reunir-se ordinariamente uma vez por ano para, entre outras competências, apreciar e decidir os pedidos de filiação bem como aprovar o relatório e contas e o plano de actividades e orçamento, mas, “desde 2017 até à data de hoje esse órgão pura e simplesmente não se reuniu”.

Sobre o assunto, Fernando Baldé explicou que não há Conselho Nacional durante quatro anos, porque depende das condições financeiras e os sindicatos não têm cumprido com suas obrigações, ou seja, não pagam quotas.

“A UNTC-CS não tem condições de realizar a reunião do Conselho Nacional porque não tem condições financeiras”, indicou.

Outra reivindicação apontada pela plataforma são os “problemas graves” a nível da cooperação internacional, mas, no entanto, Fernando Baldé refutou as alegações, sublinhando que tais relações são óptimas.

“O problema é que no passado as obras financiadas por eles foram todas faturadas s mais, mas essa sobrefaturação está já na alçada do Ministério Público, por deliberação do secretariado nacional, órgão que administra os bens da organização”, justificou.

Reiterou também que se propala resgatar a UNTC-CS, mas, garantiu que a central sindical “está bem e recomenda-se”.

HR/AA

Inforpress/Fim

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