Unidade de Gestão da Política Integrada de Educação Formação e Emprego quer aumentar número de beneficiários

 

Cidade da Praia, 04 Set (Inforpress) – A Unidade de Gestão da Política Integrada de Educação e Formação e Emprego (PIEFE) quer alargar o seu leque de parceiros e aumentar o número dos beneficiários desse plano estratégico em implementação desde 2014.

É com este propósito que este organismo lançou hoje, na Cidade da Praia, uma campanha para divulgação dessa política que tem por objectivo reforçar a aposta na educação e capacitação de jovens e adultos, para que possam ter “mais e melhor” inserção no mercado de trabalho.

Segundo a técnica a PIEFE Samira Borges, que esteve em representação da coordenadora, os resultados são “francamente positivos”, mas admitiu que o número de beneficiários estão aquém do esperado.

“Nós temos a consciência que só com o trabalho da Unidade de Gestão na divulgação desse importante documento estratégico para o emprego, formação profissional e a inclusão de jovens no mercado de trabalho não conseguimos atingir a quantidade de beneficiários que esperávamos. Então surgiu essa ideia de fazermos essa campanha de divulgação”, explicou a Samira Borges.

A PIEFE abrange três eixos, designadamente a aprendizagem ao longo da vida, o emprego e a qualidade, integrando um total de 46 projectos, com focos especiais nas questões da empregabilidade jovem e aumento da oportunidade de formação.

De acordo com Samira Borges, ao longo dos três anos de implementação do programa, mais de mil pessoas foram beneficiadas através dos diversos projectos e a ideia é agora alargar a rede de parceiros e os beneficiários.

A campanha vai decorrer através da divulgação de spots publicitários, publireportagens e outros materiais de divulgação.

A ministra da Educação, Família e inclusão Social, Maritza Rosabal, salientou que o relançamento desse projecto, financiado pela cooperação luxemburguesa, visa, sobretudo, reforçar o ensino técnico em Cabo Verde.

“Nós estamos num momento óptimo para intervir, sobretudo, porque com o alargamento da escolaridade básica obrigatória para 8º ano e a nova matriz a ser aplicada no ensino técnico, vai-se eliminar o fosso que existe actualmente entre a saída do ensino básico e entrada no ensino técnico”, acrescentou.

Ao contrário daquilo que vinha acontecendo, em que o a entrada do ensino técnico processava-se no 11º ano de escolaridade, agora os alunos vão sair do ensino básico com 8º ano de escolaridade, e optar-se para o ensino técnico.

“Nós temos tido uma diminuição significativa dos efectivos no ensino técnico ao longo dos anos e queremos combater esse cenário”, disse, apontando também a mudança da modalidade de gestão que deverá estar mais ligada ao mundo empresarial.

MJB/JMV

Inforpress/fim

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