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União e reconhecimento da classe são os principais desafios da Associação dos Assistentes Sociais de Cabo Verde – responsável

Cidade da Praia, 20 Mar (Inforpress) – A união da classe e o reconhecimento do papel dos assistentes sociais são alguns dos desafios da Associação dos Assistentes Sociais de Cabo Verde, nomeadas hoje à Inforpress pela presidente da referida Associação, Suely de Carvalho.

A responsável falava à margem da Feira de Saúde e do Serviço Social, na Praça Alexandre Albuquerque, na Cidade da Praia, para assinalar o Dia Internacional do Serviço Social.

A feira de decorre sob o lema “Promover a sustentabilidade comunitária e ambiental” e, segundo explicou, é um momento de unir as instituições que trabalham em prol do serviço social, com ou sem profissional do serviço social, para troca de ideias e de experiências, para que juntos possam construir para “uma sociedade melhor”.

Em relação aos desafios da classe, Suely de Carvalho disse que passam por driblar a dispersão geografia, conseguir a união da classe e ganhar a visibilidade na sociedade, enquanto uma área de intervenção e que trás resultados para a comunidade.

“Para nós, um dos grandes desafios é fazer com que as entidades competentes entendam qual é o papel do assistente social, percebam qual é a necessidade que está área tem a nível da promoção, quer seja a nível da saúde, da educação, a nível do desporto, enfim áreas que são pilares para uma construção sustentável para qualquer comunidade”, sublinhou.

Um outro desafio, indicou, passa por uma maior aposta na contratação do pessoal do serviço social na área de educação, visto que, segundo disse, os profissionais desta área estão com “mais afinco” nas ONG, na Administração Pública, no Ministério da Saúde, entretanto, estão fora do Ministério da Educação e da Família.

Assim como defendeu na segunda-feira, 20, na sede da Organização das Mulheres de Cabo Verde (OMCV) a presidente do Partido Africano de Independência de Cabo Verde de que há necessidade de o Governo criar um quadro institucional de apoio e perseveração as associações da sociedade civil que lidam com as questões sociais, Suely de Carvalho acredita que isto trará respostas visíveis para este sector.

Conforme disse, as associações que trabalham com as questões sociais trabalham a base do voluntariado e sem qualquer sustentabilidade financeira condicionado assim os trabalhos desenvolvidos.

“Precisamos ter fundos para que os trabalhos possam ter impacto. Precisamos sim, do apoio por parte das entidades competentes, das autarquias, do Governo, e das organizações não-governamentais”, afirmou.

Uma vez que a data do Dia Mundial do Serviço Social coincide com Dia Mundial da Agricultura, a organizou levou para a feira,  a Associação para a Defesa do Ambiente e Desenvolvimento (ADAD), o Quercus de Cabo Verde e os responsáveis pelo Programa de Promoção de Oportunidades Socioeconómicas Rurais (POSER), para partilharem o trabalho desenvolvido em prol de meio ambiente e da agricultura no meio rural.

Em Cabo Verde, segundo os dados levantados pela associação, existem cerca de 200 profissionais formados na área de Serviço Social, entretanto a maior parte desses jovens estão desempregados.
AM/AA
Inforpress/Fim

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