Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

UCID pede ao PR para aguardar até publicação do mapa geral das eleições para indigitar o primeiro-ministro (c/áudio)

Mindelo, 21 Abr (Inforpress) – O presidente da União Cabo-Verdiana Independente e Democrática (UCID), que concorreu às legislativas do dia 18, pediu hoje ao Presidente da República que espere até à publicação mapa geral das eleições para indigitar o primeiro-ministro.

Segundo António Monteiro, que falava hoje em conferência de imprensa, no Mindelo, após uma reunião em videoconferência com o Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, há “rumores que precisam ser clarificados” sobre a contagem dos votos nas ilhas de Santo Antão e do Sal.

Ademais, observou, o apuramento geral dos resultados das eleições legislativas ainda não está concluído em todas as ilhas.

“Em Santo Antão, segundo informações que tivemos, os dados foram mal lançados e havia uma mesa em Lombo de Santa em que a acta tinha um dado desfasado da realidade, e que, face à estas situações, com estes rumores, queríamos ter um tempo para analisar primeiramente e só depois nos posicionarmos”, explicou o reeleito deputado, para quem, “na zona de Formiguinhas também há diferenças no número de votantes na UCID, pelo que é possível que haja outras situações”.

No círculo eleitoral do Sal, ajuntou a mesma fonte, há também “algumas dúvidas” e o partido está a analisar a situação para poder se posicionar “de forma tranquila”.

Por isso, António Monteiro disse ter manifestado ao Presidente da República a necessidade de fazer “um compasso de espera” e “só depois de eliminar qualquer tipo de rumor” tomar as decisões para formação do governo.

No entanto, o líder da UCID disse que por enquanto está a analisar os dados e não vai apresentar qualquer recurso a contestá-los.

Mas, com a publicação do mapa geral das eleições pela Comissão Nacional das Eleições (CNE) poderá fazê-lo, se houver factos que justifiquem, assinalou.

“Os partidos têm 24 horas para reagir ao mapa e logo que o tivermos vamos analisar e se os dados não forem aquilo que nós gostaríamos que fossem, em termos de realidade, teremos tempo para recorrer”, adiantou a mesma fonte indicando que por agora “quer dissipar as dúvidas”.

CD/AA

Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos