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Trump anuncia que só fará discurso do estado da União quando o ‘shutdown’ acabar

Washington, 24 Jan (Inforpress) – O Presidente dos Estados Unidos anunciou, esta quarta-feira à noite, que não vai fazer o discurso do estado da União enquanto decorrer a paralisação parcial do governo.

“Farei o discurso quando o ‘shutdown’ (paralisação) terminar”, escreveu Donald Trump na sua conta oficial da rede social Twitter, assegurando que não está à procura “de um local alternativo para discursar”.

A líder da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, no início do ano, enviou uma carta a Donald Trump, aconselhando-o a desistir de fazer o tradicional discurso do estado da União no Congresso, marcado para a próxima terça-feira, dia 29 de Janeiro, invocando questões de segurança, pelo facto de a paralisação parcial do governo estar a afectar o normal funcionamento dos serviços secretos.

Nancy Pelosi tinha sugerido que o Presidente fizesse o discurso a partir da sala oval da Casa Branca, ou que divulgasse o texto por escrito.

Contudo, no ‘Tweet’ agora divulgado O Presidente norte-americano assumiu mesmo que só discursará no Congresso pois “não há local que possa competir com a sua história, tradição e importância”.

A decisão de Donald Trump contrastam com as declarações de quarta-feira, durante o dia, da porta-voz da Casa Branca, Huckabee Sanders, que afirmou não haver há razões para desistências ou alterações naquele que é um importante momento anual de comunicação do Presidente com os norte-americanos, recordando que o departamento de Segurança Interna já afirmou que “os serviços secretos estão totalmente preparados”.

Há 32 dias que decorre a paralisação de várias agências federais que estão a deixar mais de 800 mil funcionários públicos sem salário.

Se nada for acordado, entre o Congresso e a Casa Branca, na próxima sexta-feira, os 800 mil funcionários perderão o seu segundo salário (que nos EUA é quinzenal).

Numa tentativa de desbloquear o ‘shutdown’, Donald Trump propôs alargar a protecção aos jovens imigrantes ilegais que entraram no país quando crianças, em troca de 5,7 mil milhões de dólares para construir o muro, mas os democratas rejeitaram a proposta.

Inforpress/Lusa

Fim

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