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Trabalhadores do IEFP iniciam greve nacional de dois dias

Cidade da Praia, 18 Mar (Inforpress)  – Os trabalhadores do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Santiago iniciaram hoje uma greve de dois dias como forma de reivindicarem o desenvolvimento da carreira por que vem lutando “há mais de dois anos”.

O secretário permanente do Sindicato da Administração Pública (Sintap), Luís Lima Fortes,  disse que os trabalhadores do IEFP iniciaram a com uma adesão “na ordem dos 90 por cento (%”), porque estão “cansados e saturados das promessas não cumpridas”.

O também representante do Sicotur, do Sal, sublinhou que a greve conta com o engajamento de todas as delegações de Santiago e envolvimento dos trabalhadores a nível nacional.

Disse que há mais de dois anos e depois de várias fases de negociações e pelo impasse verificado, os trabalhadores decidiram partir para greve, forma encontrada para exigir a publicação da lista definitiva, com o argumento de que a lista provisória mereceu uma reclamação de mais de 80%, sem que tenha havido uma resposta das autoridades.

Referiu que os trabalhadores já cederam em vários aspectos, inclusive retroactivos de um ano, mas que até a presente data continua este “laxismo e indiferença”, avisando que caso permaneça esta demora na publicação da lista a greve volte a ser convocada.

”Já se passaram mais de 40 dias sobre a data exigida para a publicação das listas, enquanto o PCCS observa que logo depois da reclamação a lista terá de ser emitida o mais breve possível”, explicou Luís Fortes, para quem “nesta incerteza resta aos trabalhadores esta manifestação, como forma de dignificar os trabalhados realizados ao longo dos anos”.

Por outro lado, em comunicado enviado à Inforpress, o conselho directivo do IEFP lamentou a greve e condenou a atitude dos sindicatos da Sintap que, criticou, “preferem resolver as questões dos trabalhadores recorrendo dos recursos mais agravantes mesmo tendo toda informação do processo de implementação do PCCS do IEFP”.

O Sintap, único sindicato presente na reunião,  referiu na missiva, “não aceitou o prazo proposto e que é razoável e exige algo que não é possível ser concretizado: a publicação da lista no dia 17, sabendo que não será possível, porque primeiramente tem de ser homologada pela DNAP e seguir todo trâmite legal”.

Nesta comunicação, lê-se que o IEFP aceitou essa data, tendo esgotado todas as possibilidades de negociação de um processo que não se encontra estagnado, mas sim em curso,  e que inclusive comprometeu-se a pagar os retroactivos de Janeiro a Março, logo após a publicação da lista final de transição.

SR/AA

Inforpress/Fim

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