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Trabalhadores da delegação do MAA disponíveis para partir para greve em finais de Março

Cidade da Praia, 01 Mar (Inforpress) – Os 60 funcionários da delegação do Ministério de Agricultura e Ambiente de Santa Catarina e de São Salvador do Mundo ameaçam partir para uma greve de dois dias, caso o ministério não resolva os seus problemas.

O anúncio foi feito em conferência de imprensa, hoje, na Cidade da Praia, pelo vice-presidente do Sindicato da Indústria, Serviços, Comércio, Agricultura e Pesca (SISCAP), Francisco Furtado.

Segundo este sindicalista, os trabalhadores estão a viver, há muitos anos, um ambiente laboral de “precariedade” e na sequência das suas reivindicações entregaram no dia 02 de Dezembro de 2020 uma nota reivindicativa ao ministério, a fim de analisarem a situação laboral dos funcionários.

Em causa está o ajustamento salarial para o ano de 2021, tendo em conta a inflação, a progressão de todos os trabalhadores, tendo como tempo de permanência na carreira os quatro anos de permanência na categoria, as promoções e reclassificações, e a clarificação da situação de alguns funcionários que concluíram a sua formação, fizeram o concurso e se aprovaram, mas não foram promovidos.

O sindicato pede ainda a criação de uma portaria que regulamente a carreira dos funcionários que, há mais de 20 anos em funções, ainda vêm recebendo no quadro do programa de investimento.

Três meses depois desta nota reivindicativa, os trabalhadores, reunidos em assembleia-geral no passado dia 24, decidiram dar ao ministério um prazo de 20 dias para marcar um encontro visando analisar as questões pendentes e encontrar soluções para as mesmas.

Caso não tenham uma resposta até ao dia 20 deste mês, os trabalhadores vão partir para uma greve de dois dias com início no dia 24.

Segundo o delegado sindical dos trabalhadores do MAA de Santa Catarina e de São Salvador do Mundo, Armando Varela, desde da última actualização do Plano de Cargos, Carreira e Salário (PCCS), em 2013, que os 60 trabalhadores estão “estagnados” na carreira.

“Nós entendemos que trabalhamos duramente, debaixo de todas as intempéries para a resolução dos problemas da agricultura e ambiente em Cabo Verde. Sentimos que demos tudo o que podíamos para que essa situação fosse resolvida (…) por isso entendemos que essas reivindicações dos trabalhadores são justas e há razão de ser”, acentuou.

AM/HF

Inforpress/Fim

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