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Timor-Leste/Cheias: Número de mortos cresce para 27, mais de sete mil desalojados em Díli

Díli, 05 Abr (Inforpress) – As cheias que assolaram Timor-Leste no fim-de-semana causaram pelo menos 27 mortos em todo o país e mais de sete mil desalojados em Díli, informou hoje o Governo.

O anterior balanço apontava para 21 mortos.

“Até agora os dados de vítimas mortais em todo o país é de 27. Além destas pessoas que perderam a vida, há ainda oito casos de pessoas cuja situação não é ainda conhecida”, disse o ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Fidelis Magalhães.

“Em Díli confirma-se até ao momento um total de 13 mortos e mais de sete mil desalojados, que estão de momento abrigados em 12 espaços localizados em vários pontos da cidade”, disse.

Fidelis Magalhães falava aos jornalistas depois de uma reunião liderada pelo primeiro-ministro, Taur Matan Ruak, da Comissão Interministerial para a Protecção Civil e Desastres Naturais, para coordenação da resposta ao impacto das inundações.

A Secretaria de Estado da Protecção Civil irá funcionar como centro operacional de recolha de apoio humanitário e o vice-primeiro-ministro e o ministro das Obras Públicas apelaram também ao contributo de entidades do sector privado que possuam máquinas para apoiar nas acções de limpeza.

“As autoridades durante o dia de ontem mobilizaram esforços para providenciar abrigo e apoio alimentar aos desalojados e iniciaram as intervenções nas infra-estruturas com o objectivo de restabelecer a mobilidade viária e o fornecimento de energia eléctrica com segurança e garantir a reparação de sistemas de abastecimento de água danificados, e, efectuar os trabalhos urgentes de limpeza de drenagens, normalização e desassoreamento de ribeiras”, explica uma nota do executivo.

O governante explicou que entre as várias medidas acordadas hoje, a comissão deliberou permitir a abertura das lojas de material de construção – fechadas com base nas regras de confinamento obrigatório – para que as famílias afectadas pelas cheias possam recuperar as suas casas.

Durante a reunião, o primeiro-ministro agradeceu o contributo que tem sido dado pelos envolvidos na resposta às inundações, incluindo as organizações religiosas, parceiros de desenvolvimento, organizações da sociedade civil e cidadãos em geral.

Por outro lado, orientou os membros da Comissão Interministerial para a Protecção Civil e Desastres Naturais “para que impulsionem as medidas de apoio às populações afectadas e as ações de limpeza e de levantamento dos danos nas infra-estruturas com vista a rápida normalização da mobilidade viária e dos sistemas de abastecimento de energia eléctrica, água e saneamento”.

Inforpress/Lusa

Fim

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