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Teresa Mascarenhas propõe iniciativa de “praias acessíveis” para pessoas com deficiência em Cabo Verde

Cidade da Praia, 02 Jul (Inforpress) – A Associação das Famílias e Amigos de Crianças com Paralisia Cerebral (Acarinhar) está a promover junto das Câmaras Municipais, o projecto denominado “Praias Acessíveis”, cujo objectivo é facilitar o acesso para pessoas com deficiência.

Segundo a presidente da Acarinhar, Teresa Mascarenhas, a iniciativa se insere num projecto maior, a “Cabo Verde Sem Barreiras” que pretende tornar mais acessível as instituições e também espaços desportivos, culturais e recreativos, dentro da mesma perspectiva.

“Nós normalmente não pensamos nas outras pessoas que têm dificuldades em ir às praias, apesar de haver pessoas que nunca colocaram os pés na areia devido às suas limitações físicas.  Então, o objectivo é fazer com que todos tenham acesso às praias”, explica Teresa Mascarenhas que estará na próxima semana a apresentar este projecto na ilha do Sal.

A ideia de apresentar “Praias Acessíveis aos municípios, conforme a responsável, prende-se com a necessidade de se criar no país uma visão de um turismo sustentável e acessível para todos, já que a cada dia cresce o número de pessoas que escolham Cabo Verde como destino de férias.

Para além das pessoas com deficiência motora, o projecto “Praias acessíveis” também foi pensado para facilitar as pessoas da terceira idade ou que têm mobilidade reduzida no acesso às nossas praias.

“Se nós queremos falar de um Cabo Verde inclusivo e acessível, os lugares têm que ter acessibilidade para todas as pessoas independentemente da sua condição física ou motora”, defendeu Teresa Mascarenhas que há mais de dez anos trabalha em prol da inclusão social das crianças com paralisia cerebral.

O projecto “Praias Acessíveis” foi apresentado no 22 de Junho na ilha da Boa Vista junto com o “Guia turístico da ilha da Boa Vista adaptado para pessoas portadoras de deficiência”.

A obra, em braille, é resultado da tese de mestrado em Comunicação Acessível, defendido por Teresa Mascarenhas no Instituto Politécnico de Leiria, Portugal.

CD/FP

Inforpress/Fim

 

 

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