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Temos de criar condições para construir mecanismos para dar mais voz aos nossos jovens – Olavo Correia

Cidade da Praia, 23 Set (Inforpress) – O vice-presidente do MpD, Olavo Correia, afirmou hoje que os jovens cabo-verdianos estão numa posição privilegiada para fazerem de Cabo Verde um país aberto ao mundo.

O vice-presidente do Movimento para a Democracia (MpD), que é também vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, defendeu a necessidade da criação de condições e de garantias de mais oportunidades para os jovens ao presidir à cerimónia de abertura da V edição da Universidade de Verão promovida pela Juventude para a Democracia (JpD), que iniciou hoje e termina no dia 25 do corrente mês, na Cidade Velha.

Para este responsável, o contexto que o mundo vive actualmente exige de todas as pessoas, sobretudo da juventude, mais resiliência e sentido de desenvolvimento, lembrando, entretanto, que ao mesmo tempo as oportunidades são cada vez maiores.

Olavo Correia defendeu a necessidade da criação de condições para construir mecanismos para dar mais voz aos jovens, garantindo-lhes a educação de qualidade, saúde, formação e acesso às oportunidades.

“Temos de dar mais poder sobretudo àqueles que são herdeiros do mundo de hoje que são a juventude, dar não no sentido de doar, os jovens têm de estar presentes, activos e criativos e fazerem parte do processo de desenvolvimento”, declarou, asseverando que os jovens, para estarem presentes, têm de participar na política.

De acordo com Olavo Correia, este país só se constrói com uma juventude “presente”, “qualificada” e “inovadora”, tendo considerado os jovens como o recurso mais importante para promover o desenvolvimento sustentável de Cabo Verde.

“Temos uma enorme esperança no futuro de Cabo Verde e essa esperança reside nos jovens, quando confiam em si próprios estão a confiar no seu país e no mundo. Em Cabo Verde, temos uma enorme ambição que é fazer de Cabo Verde um país desenvolvido, aberto ao mundo, livre, boa governação, transparência qualidade de vida e sustentável”, realçou.

Lembrou, por outro lado, que nos próximos tempos o país vai reduzir a sua capacidade demográfica, daí, frisou, a necessidade de trabalhar em prol do desenvolvimento nacional antes do chamado inicio do envelhecimento e que este momento deve ser aproveitado para acelerar a dinâmica do desenvolvimento de Cabo Verde.

Por seu turno, o presidente da Juventude para a Democracia (JpD), Euclides Silva, relembrou que a Universidade de Verão é uma rubrica formativa realizada anualmente e única escola de formação política partidária existente neste momento em Cabo Verde.

Apesar de Cabo Verde ter uma população com um número de jovens bastante elevado, prosseguiu, a representação da juventude na vida política está muito aquém do desejado.

“Temos poucos jovens no parlamento e no poder local, apesar das renovações sucessivas que têm sido feitas e, para mudar esse quadro, é necessário ter jovens que se interessem pela coisa pública, política e se disponibilizem para dar o seu contributo”, afirmou, considerando que a politica é um meio competitivo onde não há passadeiras vermelhas para ninguém mas sim resultado do esforço individual nas várias vertentes.

Realçou, por outro lado, que a Universidade de Verão tem sido realizada não só para formar políticos profissionais, mas também bons cidadãos e líderes nas suas comunidades, associações e contribuir para o desenvolvimento do país.

CM/HF

Inforpress/Fim

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