Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Sociedade Cabo-verdiano de Música aponta 2020 como ano difícil a nível económico

Cidade da Praia, 13 Mai (Inforpress) – A presidente da Sociedade Cabo-verdiana da Música (SCM), Solange Cesarovna, disse hoje que o ano 2020 foi “difícil” a nível económico, indicando que a crise pandémica está a ser um “grande desafio” para todos.

Em declarações à Inforpress no âmbito das assembleias-gerais desta sexta-feira, 14, para tratar, de entre outros, da aprovação do relatório de gestão e das contas referentes ao ano 2020 e aprovação do relatório anual sobre transparência referente ao ano 2020, Cesarovna adiantou que o ano foi “difícil”.

“Foi um ano difícil a nível económico para SCM assim como foi para qualquer outra instituição”, disse, salientando que a mesma teve que recorrer a parcerias, nomeadamente com o Programa Plataforma para o Desenvolvimento Local e Objectivos 20/30, no sentido de obter financiamento das acções formativas e com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), para dar continuidade ao fundo social de apoio aos seus membros.

Segundo esta responsável, a SCM teve que reduzir os planos programados para o ano 2020, e algumas actividades foram completamente suspensas, devido às restrições impostas para se fazer face à covid-19.

A instituição teve que fazer “sacrifícios” para, no ano de ausência de cobrança e dificuldades financeiras, continuar a trabalhar e, principalmente, reunir “todos os esforços internos, sensibilizando parcerias frutíferas” para cumprir a sua missão e apoiar os autores e artistas, garantindo que o projecto continua a “prosperar”.

“Nós como uma cooperativa sem fins lucrativos que tem como principal objectivo a defesa dos direitos autorais, também chamamos a nossa ponte estatutária que é a nossa actividade social”, declarou a mesma fonte.

Numa época de crise, continuou, “tudo foi feito” para que o foco do programa orçamental fosse servir quem a SCM defende, que são os autores e artistas, tanto de forma directa como através de parcerias celebradas.

Salientou ainda que a classe cultural ainda está “muito afectada”, pelo que disse acreditar que com as acções e contribuições “de cada um” o sector poderá se tornar “forte e pungente”, tendo reiterado a importância do “Djunta mon” (juntar as mãos).

TC/AA

Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos