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SOCA promove “Vozes e Coros no Feminino” lustrada com música, poesia e artes plásticas

Cidade da Praia, 31 Jul. (Inforpress) – A Sociedade Cabo-verdiana de Autores (SOCA) promove esta tarde uma actividade cultural na sua sede no Platô, envolvendo música, poesia e artes plásticas, denominada “Vozes e Coros no Feminino”, anunciou o presidente Dany Spínola.

Sob o lema “Por uma autoria digna e próspera”, o evento, que se enquadra nas actividades comemorativas do 45º aniversário da independência nacional, celebrado a 05 de Julho e o Dia da Mulher Africana, que se comemora hoje, conta com o concurso das cantoras e intérpretes como Carla Martz, Dulce Sequeira, Jaize Anes, Nany Vaz e Teté Furtado, no campo musical.

De acordo com o mentor do projecto, cada uma das artistas vai interpretar duas melodias, para logo de seguida centralizar-se no campo poético, com Celina Lizardo, Helena Lisboa e Mana Guta a declamarem poesias, ao passo que nas artes plásticas Jo Arch (na escultura) Natalina Graça e Sónia Lopes (pintura) vão expor algumas das suas criações em obras de artes.

O presidente da SOCA avançou a Inforpress que o evento desta tarde se enquadra num projecto virado para a celebração da independência de Cabo Verde em tempos da pandemia do novo coronavírus, por considerar ser necessário saber conviver nesta situação complicada, desde que sejam salvaguardadas as normas impostas pelas autoridades sanitárias.

Dany Spínola afiançou que se pretende, também com esta actividade, apoiar de uma certa forma os artistas participantes, já que esta classe tem sido a mais afectada pela crise pandémica.

O responsável explicou que dado às restrições que obrigam a presença de um número reduzido de espectadores, a actividade cultural vai ser transmitida em “live”, através da Net para atingir a população em geral.

Lamentou que o programa de actividades, “muito ambicioso” para 2020, tenha sido reduzido e muito, mas clarificou que a SOCA continua a dar a sua contribuição no sentido de minimizar os efeitos desta crise junto dos seus associados, mediante realização de eventos que propiciem arrecadar alguns meios financeiros para o sustento.

“Temos um projecto mais alargado em finais de Agosto, já com vários intérpretes. A ideia é fazer actividade que promova, mas também que apoie os convidados/artistas. Temos estado a apoiar alguns artistas financeiramente, mas não divulgamos porque não é essa a nossa ideia”, explicou Spínola.

A este propósito, afirmou que a situação de emergência é uma contingência que exige muito de todos, mormente os que deixarem de ser remunerados, pelo que à base de iniciativa do género, tem vindo a desencadear estratégias para colmatar as dificuldades dos artistas do sector informal, num país onde, alegou, torna-se difícil viver exclusivamente da arte.

SR/JMV

Inforpress/Fim

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