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Sobe de sete para oito número de mortes pela queda de parede rochosa no Brasil

São Paulo, 10 Jan (Inforpress) – O número de mortes na sequência da queda de uma parede rochosa sobre barcas com turistas num lago em Minas Gerais, no Brasil, subiu de sete para oito, informaram hoje fontes oficiais.

As equipas de resgate encontraram submerso o corpo de um homem na zona do acidente, no município do Capitólio, no sudeste do estado de Minas Gerais, continuando as buscas por outros dois desaparecidos, afirmou o porta-voz da corporação de bombeiros, Pedro Aihara.

Para além dos oitos mortos registaram-se mais trinta feridos, na maioria com ferimentos ligeiros, e há quatro que permanecem hospitalizados.

O desastre, filmado por telemóveis de outros turistas presentes no local, ocorreu no sábado, às 11:00 locais (13:00 em Cabo Verde), quando um grande bloco de pedra caiu sobre quatro embarcações que estavam no Lago Furnas.

Num vídeo que circula nas redes sociais, instantes antes do acidente são visíveis as embarcações atingidas a tentar afastar-se do local de parede que ruiu, reagindo aos alertas das pessoas nos barcos próximos.

Os bombeiros contabilizaram inicialmente 20 desaparecidos, número consideravelmente reduzido horas mais tarde após conseguirem contactar com a maioria dessas pessoas.

Segundo Aihara, participam nas buscas corpos de bombeiros, a polícia, a marinha e a Defesa Civil, numa operação com “mais de 50 operacionais”, entre eles 11 conhecedores da região e especialistas no resgate de vítimas.

As autoridades suspeitam que a forte precipitação ocorrida na região nos últimos dias pressionou as paredes do desfiladeiro e provocou o deslizamento.

Aihara explicou no sábado, em declarações ao canal Globonews, que o desfiladeiro é constituído por rochas sedimentares, “mas susceptíveis à acção do vento e da chuva”, logo, “apresentam uma menor resistência” às adversidades meteorológicas.

A localidade de Capitólio, a cerca de 280 quilómetros de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, é um destino turístico durante todo o ano pelos seus impressionantes desfiladeiros, que podem ser visitados em passeios de barco.

Inforpress/Lusa

Fim

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