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SISCAP denuncia repúdio dos trabalhadores da EMPROFAC por parte do Governo na distribuição de prémio de produtividade

Cidade da Praia, 24 Nov (Inforpress) – O Sindicato da Indústria, Serviços, Comércio, Agricultura e Pesca (SISCAP) denunciou sábado, 23, em conferência de imprensa, na cidade da Praia, o repúdio dos trabalhadores da EMPROFAC por parte do Governo na distribuição de prémio de produtividade.

“Esta conferência de imprensa tem como objectivo exprimir o veemente repúdio dos trabalhadores da EMPROFAC (Empresa Nacional de Produtos Farmacêuticos), perante a decisão do Governo, na pessoa da sua representante, na Assembleia Geral de 21 de Novembro de 2018, em não atribuir prémio de produtividade”, explicou o secretário permanente do SISCAP, Joaquim Tavares.

Conforme avançou, o prémio foi concessionado “exclusivamente” para resultados obtidos no ano a que se refere as contas, tendo em consideração a avaliação do desempenho dos trabalhadores.

“A EMPROFAC, em 2018, teve resultado líquido de 200.000.000$00, sendo 75 por cento (%) (138.666.364$00, dividendos para o Governo, 22,1% (40.900.121$00) reservas e 2,9 (5.320.0000$00) prémio de produtividade”, demonstrou.

Entretanto, esclareceu, o conselho de administração da EMPROFAC propôs a distribuição de uma parte dos resultados obtidos aos seus colaboradores correspondente a um salário, considerando que a eles se deveu “grande parte dos resultados”.

A mesma fonte garantiu que “todos os requisitos”, nomeadamente resultados económicos e financeiros, assim como aumento do Valor Acrescentado Bruto (VAB), foram alcançados.

Tendo em conta esses resultados, mostrou, o conselho de administração da EMPROFAC defendeu a proposta de atribuição do prémio de produtividade aos seus colaboradores.

“Ao ser questionada pela decisão imprudente, desacertada e maléfica do Governo, a representante do executivo na Assembleia Geral respondeu que a decisão se deveu ao facto de ter havido ruptura de medicamentos no mercado em Junho de 2019”, relatou.

Neste sentido, a SISCAP questionou o facto de, na análise das contas de 2018, o Governo vir com o “subterfúgio de ruptura de medicamentos” no mercado em Junho de 2019, quando se sabe que esta situação “foi mundial”.

“Assim, o SISCAP e os trabalhadores da EMPROFAC sugerem ao Governo para arredar o caminho e reconsiderar a sua decisão, e, desde já, avisam que não vão arredar os pés, perante esta decisão injusta e infundada e que estão dispostos em recorrer a todas as formas de luta para fazer valer esse direito (prémio de produtividade) legalmente instituído na empresa há 20 anos)”, enfatizou.

WM/ZS

Inforpress/Fim

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