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Síria: Secretário-geral da NATO diz que todos os aliados apoiaram ataques

Bruxelas, 14 Abr (Inforpress) – O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, disse que todos os 29 membros da Aliança apoiaram os ataques dos EUA, Reino Unido e França na Síria, na reunião do Conselho do Atlântico Norte que se realizou hoje em Bruxelas.

Stoltenberg acusou a Rússia de ter deixado os países ocidentais sem alternativa, com a persistente obstrução das iniciativas tomadas no Conselho de Segurança da ONU.

“Antes de o ataque ser lançado, os aliados da NATO exploraram todas as outras formas possíveis de lidar com esta questão através de instrumentos políticos e diplomáticos no Conselho de Segurança da ONU. Mas como tudo isso foi bloqueado pela Rússia, não havia alternativa”, disse o secretário-geral da NATO em conferência de imprensa após a reunião.

“Não digo que os ataques resolveram todos os problemas, mas comparado com a alternativa, não fazer nada, acho que foi a decisão certa”, acrescentou.

Stoltenberg apelou à Rússia para demonstrar responsabilidade: “Os aliados apelam a todos os que apoiam o regime sírio, em particular a Rússia, para que dêem mostras de responsabilidade e pressionem o regime sírio a participar de maneira construtiva no processo [de negociações de paz] de Genebra mediadas pela ONU”, disse.

Na reunião do Conselho do Atlântico Norte, Estados Unidos, Reino Unido e França informaram os aliados de que “a sua acção militar foi limitada às instalações que permitem a produção e emprego de armas químicas” e que a intervenção foi “muito bem sucedida”, afirmou o secretário-geral da Aliança Atlântica num comunicado divulgado antes da conferência de imprensa.

EUA, Reino Unido e França “salientaram que não havia alternativa possível ao uso da força”, acrescentou.

“Os aliados manifestaram pleno apoio à acção destinada a danificar a capacidade química do regime e a impedir futuros ataques químicos contra o povo da Síria”.

Os EUA, a França e o Reino Unido realizaram hoje uma série de ataques com mísseis contra três alvos associados à produção e armazenamento de armas químicas na Síria.

O ataque foi uma retaliação pelo alegado ataque com armas químicas lançado pelo regime sírio em 07 de Abril contra a cidade rebelde de Douma, em Ghouta Oriental, nos arredores de Damasco, no qual morreram pelo menos 40 pessoas.

Lusa/Fim

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