Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Sindprof comemora dois anos e indica a requalificação dos professores doutores da Uni-CV como maior conquista (actualizada)

Cidade da Praia, 28 Mai (Inforpress) – O Sindicato Democrático dos Professores (Sindprof) considera a requalificação dos professores doutores da Uni-CV e a actualização salarial dos mesmos “a maior conquista” da organização sindical, que esta segunda-feira, 27, completou dois anos de existência.

Em conferência de imprensa hoje, na Cidade da Praia para assinalar a data, a presidente da Sindprof, Lígia Herbert, disse que houve um ano de “luta” que foi culminada com a entrada dos professores universitários neste sindicato.

“Os ganhos são inúmeros, mas destacamos a questão da requalificação dos professores doutores da Uni-CV e sua actualização salarial”, sublinhou Lígia Herbert.

Destacou ainda a alteração da nota do concurso de recrutamento dos professores de 12 para 10 valores, a revisão do Estatuto do Pessoal Docente e a absorção dos professores formadas em Ciência da Educação.

Em relação ao Estatuto do Pessoal Docente, garantiu que vai ser uma “realidade”, considerando que há alguns aspectos que têm de ser revistos, nomeadamente no que concerne a realização de concursos.

A requalificação dos professores do EBI e secundário que adquiriram formação após 31 de Julho de 2015, o acompanhamento do dossiê de transferência 2018/2019, a luta pela devolução dos subsídios pela não redução da carga horária dos professores dos Ensino Básico são, segundo Lígia Herbert, outros pontos “dignos de realce”, nestes dois anos da Sindprof.

Os ganhos obtidos por este sindicato são claros e inequívocos, ganhos esses, vistos a olho nu e reconhecidos socialmente”, salientou.

A sindicalista defendeu, por outro lado, a necessidade de criar as condições para melhorar o nível de formação dos professores, salientando que essa questão só pode ser resolvida com a subida salarial.

Denunciou que em Santo Antão encontrou professores no nível 1-A, “que recebem um salário mínimo”, e, por isso, questionou como é que esse docente vai apostar na sua formação, quando recebe um salário que nem chega para o seu sustento.

“Como é que esses professores vão conseguir estudar para melhorar uma subida na carreira (…) é um professo estagnado”, notou Lígia Herbert, lembrando que esses docentes são chefes de família que têm filhos para sustentar.

“Por isso, reiterou que é preciso criar condições para a formação de professores que passam igualmente pelo incentivo motivacional e “elas são mínimas”.

OM/ZS/CP

Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos