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Sindicatos e UNTC-CS sem acordo para a regularização das quotas em atraso

Cidade da Praia, 24 Jan (Inforpress) – Três sindicatos filiados, STIF, SISCAP e SICOTUR, não chegaram a acordo com a União Nacional dos Trabalhadores Cabo-verdianos – Central Sindical (UNTC-CS) sobre como regularizar as quotas em atraso, e que valeu a suspensão dos mesmos desde 2019.

A informação foi avançada à Inforpress pelo representante do SISCAP, Eliseu Tavares, após uma reunião realizada na manhã de hoje, na sede UNTC-CS, na Cidade da Praia, para a negociação da forma de regularização das quotas dos sindicatos STIF, SISCAP e SICOTUR.

“Infelizmente não saiu nada deste encontro, porque a secretária-geral da UNTC-CS chegou à reunião com muita frieza, rispidez e má disposição, e com uma certa indelicadeza no cumprimento de um entendimento para a regularização das quotas incumbida a uma comissão criada pelos sindicatos em causa”, disse.

Segundo Eliseu Tavares, pela atitude da secretária-geral da UNTC-CS, Joaquina Almeida, tudo indica que esta queria negociar, “não com a comissão criada, mas sim com os representes dos sindicatos”.

Sublinhou ainda que apesar da abertura e vontade da comissão em negociar com a Central Sindical nada foi conseguido para que pudessem chegar a um acordo, pois Joaquina Almeida “inviabilizou, completamente, o diálogo”.

No entanto, avançou que pela “boa-fé dos sindicatos, particularmente da SISCAP em querer regularizar a sua situação” junto da central sindical, vão, “em nome de coerência”, suscitar encontros de concertação para que possam proceder a normalização das quotas junto da UNTC-CS.

Em Agosto de 2019, a União Nacional dos Trabalhadores Cabo-verdianos – Central Sindical (UNTC-CS), em conferência de imprensa, anunciou que o Sindicato da Indústria, Silvicultura, Agricultura e Pescas (SISCAP) e o Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Financeiras (STIF), filiados, estariam suspensos da central sindical por falta de pagamento de quotas.

Na altura justificou a decisão com falta de pagamento de quotas, um dever que considerou fundamental para que um sindicato estivesse em conformidade com a sua central sindical.

Nessa época, a União dos Sindicatos de São Vicente (USV) acusou a secretária-geral da UNTC-CS de “violar, de forma flagrante, os estatutos” da central sindical e de “usurpar poderes” do Conselho Nacional, quando decidiu pela suspensão dos sindicatos STIF, SISCAP, STAPS e SICOTUR pelo atraso no pagamento das quotas de filiação na central sindical.

PC/AA

Inforpress/Fim

 

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