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Sindicato Professores do Sal classifica folha informativa do SINDEP de “fake news” (c/áudio)

Espargos, 24 Set. (Inforpress) – O Sindicato dos Professores, SINDPROF, no Sal, manifesta-se aborrecido com a folha informativa do Sindicato de Professores, SINDEP, na Praia, classificando-a de “fake news”, acautelando ao mesmo tempo para a união da classe em vez de conflito.

A vice-secretária executiva da SINDPROF, Aissata Darra, explicou, em declarações à Inforpress, que esse descontentamento surge na sequência das informações veiculadas na folha informativa da SINDEP sobre a proposta de alteração do estatuto da carreira do pessoal docente, que diz ter sido apresentada pelo SINDPROF, ao Ministério da Educação.

No documento a que Inforpress teve acesso, lê-se que a SINDEP não poderia deixar de denunciá-la como “aberrante e intempestiva”, na medida em que, menciona ainda a papeleta, o referido estatuto “não foi implementado e nem socializado e agora o Ministério quer alterá-lo”.

“Não se entende a razão pela qual a senhora ministra, teimosamente, insiste em fechar em si mesma, ignorando e desrespeitando os representantes da classe”, cita ainda o documento.

“Aumentar anos de serviço e a idade para a aposentação voluntária; Eliminar as reclassificações e subsídios pela não redução da carga horária; Eliminar a progressão automática dos professores assistentes do ensino básico e secundário dos níveis I, II, e III, de três em três anos”, são algumas razões, supostamente do estatuto em referência, que despoletou esse”descontentamento” entre os dois sindicatos representantes da classe docente da ilha do Sal e da Praia.

“Não se compreende a razão de um sindicato como o SINDPROF, que em vez de lutar para consolidar conquistas e ganhos obtidos ao longo de décadas defende a retirada de vários benefícios adquiridos”, denuncia o boletim informativo do SINDEP.
Perante estas denúncias, Aissa Darra reiterou que as informações na folha informativa do Sindicato Nacional dos Professores “não passam de fake news”.

“São informações falsas ou notícias falsas, sendo disseminadas para influenciar, contaminar e dividir a classe docente”, lamentou, apontando que o estatuto do pessoal docente ainda em vigor é o concebido pelo SINDEP.

“Em momento nenhum, o SINDPROF fez qualquer estatuto do pessoal docente. Efectivamente, estivemos em diferentes ilhas para recolher subsídios no sentido de melhorarmos o estatuto do pessoal docente feito pelo SINDEP, ainda em vigor. Porquê este fake news”, questionou Aissata Darra.

“Se defendemos a mesma classe, não devemos estar a falar mal um do outro. Devemos é pautar pela união em defesa da classe dos professores. Os sindicatos não mandam dentro do Ministério da Educação. Existem para ajudar na resolução dos problemas dos docentes”, enfatizou, concluindo.

SC/JMV

Inforpress/Fim

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