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Sindicato preocupado com falta de cumprimento da nova grelha salarial para trabalhadores da segurança privada (c/áudio)

Cidade da Praia, 09 Jun (Inforpress) – O presidente do SISCAP, Eliseu Tavares, mostrou-se hoje preocupado com a falta de cumprimento da nova grelha salarial para os trabalhadores da segurança privada, que deveria ser implementada no mês de Maio.

Em declarações à Inforpress, o presidente do Sindicato da Indústria, Serviços Comércio, Agricultura e Pesca (SISCAP) explicou que há um “compromisso muito forte” que é suportado por uma lei que foi revista, dando conta de uma nova grelha salarial que devia ser implementado a partir do mês de Maio.

Conforme apontou, no passado mês de Novembro, foi acordado com o Governo e com a Associação Nacional das Empresas de Segurança Privada (ANESP), um prazo de seis meses em que todas as empresas de segurança privada deveriam se esforçar para adoptar a nova grelha e o preço que têm estado a receber dos clientes para se aproximarem do Preço Indicativo de Referência.

“Infelizmente passado todo esse tempo não foi cumprido, soubemos que houve algum esforço por parte das empresas, mas, infelizmente, o grosso dos clientes não aderiram à aproximação dos valores pagos aos valores do PIR.

Para já, atestou, as empresas têm de fazer um esforço para pagarem, mas também as entidades, como é o caso do Governo, que é dono das empresas publicas, deveriam ser os primeiros a dar o exemplo no cumprimento dos novos preços.

Eliseu Tavares afirmou que “há uma lei e um compromisso que têm de ser cumpridos”, indicando que mesmo que as empresas não consigam fazer o pagamento, de acordo com a grelha neste momento, podem aproximar daquilo que é a grelha e assumirem compromisso de que irão pagar a diferença, eventualmente com efeitos retroactivos.

“Sobre o sector da segurança privada, o próprio Governo tem de ter outro posicionamento, há sim dificuldades para regular o sector em termos de preço, mas é certo que a segurança privada tem um papel fundamental, pois complementam aquilo que é a segurança pública”, assinalou.

Referiu que o Executivo fez um estudo sobre o sector, demonstrando que o preço que as empresas praticam não garantem o salário e todos os requisitos legais que são precisos, por isso, sublinhou, o Estado e as empresas devem encontrar um mecanismo que obrigue que o serviço de segurança privada tenha um preço mínimo estipulado.

Contudo, informou que o sindicato vai reunir-se ainda hoje com a ANESP para uma discussão sobre o processo.

HR/HF

Inforpress/Fim

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