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Sindep considera que se está sem condições para arranque do ano lectivo a 13 de Setembro

Cidade da Praia, 01 Set (Inforpress) – O presidente do Sindicato Nacional dos Professores (Sindep), Jorge Cardoso, considerou hoje, na Cidade da Praia, que não estão criadas as condições sanitárias a nível nacional para o arranque do ano lectivo 2021/2022, a 13 de Setembro.

O líder do Sindep que falava em conferência de imprensa sobre a abertura do ano lectivo 2021/2022,  alegou que há escolas periféricas sem condições sanitárias para arrancar o ano lectivo, tendo solicitado igualdade para todas as escolas do País.

“Não. Da forma como o senhor ministro e a directora nacional estão a propalar claro que não, nós entendemos e nós não vamos neste discurso”, disse Jorge Cardoso.

Segundo ele, o Sindep não é contra a abertura do novo ano lectivo no dia 13 de Setembro, só que, conforme afiançou as condições devem ser criadas em todas as escolas do País e não só nas das cidades.

Avançou que a organização sindical almeja “igualdade” para todas as crianças a nível do território nacional, sendo que “não estão sendo criadas condições” para tal, assim como o ministério da educação anda a propalar.

“Nós já visitamos as escolas e não estão criadas as condições sanitárias básicas para o arranque do ano lectivo sem sobressaltos e em todo o território nacional”, reforçou Cardoso.

Em relação à vacinação o mesmo frisou que a resolução do Governo exige a vacinação dos cidadãos a partir dos 18 anos e que ainda não é tempo de os jovens terem recebido as duas doses de vacinas.

“E há professores que se ausentaram de férias e ainda não sabemos qual a porcentagem, de facto, dos professores que estão nestas condições. E não somos contra, fomos a primeira instituição a exigir do Governo a vacinação a 100% de todos os docentes e toda a comunidade educativa, mas pensamos que deve haver um tempo e ser mais pedagogos para sensibilizar as pessoas a vacinarem e não fazer exigências de um dia para outro assim como o Governo fez neste aspecto não estamos de acordo”, defendeu.

Cardoso apelou uma vez mais a todos os cabo-verdianos em geral a aderirem à vacinação.

TC/HF

Inforpress/Fim

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