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Sincop reclama da demora na publicação dos seus estatutos e falta de condições no terminal de hiace do Sucupira (c/áudio)

Cidade da Praia, 21 Ago (Inforpress) – O Sindicato Nacional dos condutores profissionais (Sincop) reclamou hoje, em conferência de imprensa, da demora na publicação dos seus estatutos e da falta de condições de trabalho no terminal de hiace, no largo de Sucupira, na Cidade da Praia.

Segundo o presidente do Sincop, Domingos Tavares, desde a criação deste sindicato, em Outubro 2018, depositarem na Direcção-Geral do Trabalho (DGT), o processo completo para efeitos de atribuição da personalidade jurídica, conforme manda o Código Laboral.

Entretanto, adianta que até esta data, apesar das várias tentativas e depois de todas as correcções feitas, continuam a aguardar pela publicação dos estatutos, cuja falta, indicou, tem dificultado “grandemente” a acção sindical.

“Sabendo que o Código Laboral cabo-verdiano prevê, para o efeito, nos termos do artigo 70º, nº 5, 20, dias a contar do dia do depósito, para a publicação, não compreendemos o porquê desse incumprimento da lei. Afinal a lei é para ser cumprida ou não”, questionou Domingos Tavares, pedindo uma resposta urgente por parte do Ministério da Justiça e do Trabalho.

Conforme precisou, as últimas correcções foram feitas há mais de três meses, pelo que não se entende o porquê dessa demora.
Durante a conferência de imprensa, o Sincop reclamou, igualmente, da falta de condições de trabalho no terminal de hiace da Sucupira, na cidade da Praia

Segundo adiantou Domingos Tavares, na altura da criação do terminal, há pouco mais de um ano, a Câmara Municipal da Praia comprometeu-se em criar as condições sanitárias e abrigos para condutores utentes, no local.

“Até agora, aguardamos por essas melhorias, tendo em conta que o lugar não possui condições sanitárias nenhumas, nem para os que trabalham lá, mormente para o público utente”, disse, informando que a ausência dessas condições tem implicado o uso inapropriado do espaço para a satisfação das necessárias fisiológicas ao ar livre, constituindo um atentado à saúde pública.

Neste sentido, o sindicato exige uma resposta urgente por parte da Câmara Municipal da Praia, no sentido de se criar as condições dignas para os condutores e utentes nesse terminal.
Concretamente, exige a construção de casas de banho, abrigo para protecção do sol, limpeza e fiscalização do espaço “e mais e melhor” segurança.

O Sindicato Nacional dos condutores profissionais conta actualmente com mais de 200 inscritos e segundo seu presidente, Domingos Tavares, quer trabalhar juntamente com os diversos parceiros para dignificar o trabalho dos condutores profissionais e prepará-los para a prestação de um bom serviço aos utentes.

MJB/JMV

Inforpress/fim

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