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Setenta projectos pré-seleccionados para Programa Bolsa de Acesso à Cultura

Cidade da Praia, 09 Mar (Inforpress) – O Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas (MCIC) avança que 70 projectos de ensino artístico em todo o território nacional foram pré-seleccionados para financiamento no âmbito do Programa Bolsa de Acesso à Cultura em 2019.

De acordo com uma nota do MCIC, submeteram-se ao concurso 80 escolas, associações e ONG, num total de 3467 beneficiários de todas as ilhas, à excepção da Boa Vista.

Dos 70 que foram pré-seleccionados, um é do Porto Novo (Santo Antão), três são do Mindelo (São Vicente), um da Ribeira Brava (São Nicolau), dois do Sal, cinco do Maio, 42 de Santiago, sendo  29 da cidade da Praia, três  da  Ribeira Grande de Santiago, três de São Domingos, três de São Lourenço dos Órgãos, um de Santa Cruz, um de Santa Catarina, quatro da Calheta de São Miguel e um do Tarrafal.

A ilha Fogo contou com 12, sendo dois em São Filipe, 6 seis em Santa Catarina e quatro nos Mosteiros, e na Ilha Brava apenas um projecto está na lista dos pré-seleccionados. Conforme a mesma nota, a partir de agora as escolas, associações e ONG têm um prazo de 15 dias para entregarem toda a documentação em falta para a completar o processo de candidatura, conforme o disposto no artigo 7º do regulamento do Programa BA Cultura.

O MCIC indica ainda que para o ano de 2019 o valor alocado para o Programa Bolsa de Acesso à Cultura aumentou para 20 mil contos, “de forma a impulsionar, mais e melhor” o aparecimento e a sustentabilidade de mais escolas de ensino de arte e cultura.

“Um aumento para este programa estruturante de ensino artístico em Cabo Verde anunciado em 2018 com o intuito de abarcar mais crianças, adolescentes e jovens de modo a que possam ter acesso às artes, em todos os concelhos e ilhas do país”, lê-se no documento.

Em 2018, na primeira fase, o programa beneficiou 1500 crianças de 42 escolas em todo o território nacional.

O Programa Bolsa de Acesso à Cultura, realça o MCIC, foi pensado e implementado com o objectivo de dar acesso e massificar o ensino das artes em Cabo Verde, cumprindo a missão de “garantir que a população com menos recursos não fique excluída da “fruição da arte”.

Pretende igualmente “dar sustentabilidade às pequenas iniciativas das escolas de ensino artístico”, financiando as propinas dos alunos que são de famílias com baixo poder económico.

CD/AA

Inforpress/Fim

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