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Seguradoras cabo-verdianas querem benefícios fiscais para incentivar as pessoas a comprar seguros

 

Cidade da Praia, 17 Jul (Inforpress) – As seguradoras cabo-verdianas, Garantia e Impar, respectivamente, querem que o Governo introduza no Orçamento do Estado (OE) para 2018, benefícios fiscais para o plano de poupança reforma e os serviços de seguro de vida e seguro de saúde.

A proposta foi apresentada hoje pelos representantes das duas companhias durante uma audição realizada esta segunda-feira pelo ministro das Finanças, Olavo Correia, no âmbito da preparação do OE para 2018.

Jorge Alves, presidente da Comissão Executiva da Garantia explicou que a ideia é de incentivar e facilitar o acesso a esses serviços de seguros vida, que consideram fundamental para as poupanças de longa duração.

“A ideia das seguradoras é que as pessoas comprem cada vez mais seguros, mas há alguns seguros que têm de ser incentivados não só pela parte das seguradoras, mas também associados a alguns benefícios fiscais”, disse.

O representante da Garantia considera que especificamente para o seguro de saúde, (1º seguro de saúde privado em Cabo Verde) recentemente implementado, o Governo devia reduzir o valor colectável da parte do prémio de seguros que as pessoas devem pagar.

Na mesma linha de ideia o administrador da Impar, Paulo Lima, salientou a necessidade de o país dispor de poupanças de longa duração, e sugere para tal a criação de capacidade para fazer os investimentos de longos prazos.

“E esses seguros de vida servem exactamente para isso. Para criar no país a capacidade de poupança que permita fazer esses investimentos de longo prazo”, sublinhou.

O sector segurador cabo-verdiano continua a ter duas seguradoras, três corretoras e dezenas de mediadores de seguros com inscrição activa.

Os últimos dados oficiais publicados pelo Banco de Cabo Verde (BCV) em Setembro de 2016, apontam para um volume de prémios de seguro directo de 2.289.340 milhares de escudos cabo-verdianos.

Os produtos Não-Vida continuam com um forte predomínio na carteira, com um peso de 92,4%. Já os produtos Vida, apresentam um peso de 7,6%.

A audição das seguradoras enquadra-se num rol de encontros que o Governo tem estado a realizar no âmbito da preparação do Orçamento do Estado para 2018.

MJB/FP

Inforpress/fim

 

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