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Saúde: Arranca nesta segunda-feria o IIº Inquérito de Doenças Não Transmissíveis

Mindelo,17 Fev (Inforpress) – Arranca esta segunda-feira, em todo o país, o segundo Inquérito de Doenças Não Transmissíveis, realizado pelo Ministério da Saúde e da Segurança Social e o Instituto Nacional de Estatística, com a assistência da Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com uma nota do Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP), o inquérito vai decorrer até ao mês de Março e permitirá fazer a actualização dos dados referentes às doenças crónicas não transmissíveis e os principais factores de risco.

O mesmo documento explica que se trata de um “importante inquérito” de recolha de dados na população cabo-verdiana para se “conhecer a prevalência e o perfil epidemiológico dos principais factores de risco das doenças crónicas não transmissíveis”, como hipertensão arterial, diabetes, obesidade, cancro do colo do útero e suicídio.

De acordo com a mesma fonte, o evento também permitirá “conhecer os factores comportamentais”, como consumo do álcool, o tabagismo, hábitos alimentares, sedentarismo, actividade física, entre outros.

“Serão entrevistadas pessoas dos 18 aos 69 anos, junto dos agregados familiares, seleccionados aleatoriamente, que serão submetidas à colheita de urina para posterior análise e amostras de sangue para exames biológicos (nível de açúcar e gordura, sódio e creatinina urinário), com resultados na hora”, lê-se no documento, lembrando que o primeiro inquérito foi realizado em 2007.

A coordenadora Nacional do Inquérito, Emília Monteiro, declarou, em entrevista à Inforpress, à margem do encontro de preparação dos inquiridores, em Dezembro passado, que para este inquérito será utilizada uma metodologia padronizada da Organização Mundial da Saúde, chamada de Etepwise, que consiste na colecta de informações úteis num “recurso regular e contínuo”.

A mesma fonte indicou na altura que os resultados do último IDNT I demonstram que “12 por cento (%) da população padece de diabetes e que a cifra dos hipertensos é de 35%, o que é muito”.

CD/JMV
Inforpress/Fim

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