Satisfação dos utentes com os serviços da Casa do Cidadão permanece elevada – Estudo

Cidade da Praia, 16 Fev (Inforpress) – A lealdade dos utentes para com a Casa do Cidadão permanece “bastante elevada”, fruto da “excelente qualidade” dos serviços prestados pelos colaboradores da instituição, revelou um estudo de satisfação realizado pela Afrosondagem em 2020.

O estudo, cujos resultados foram apresentados hoje, avalia a satisfação dos clientes com os serviços prestados pela da Casa de Cidadão pelos balcões parceiras e balcões únicos e demonstra que a boa qualidade dos serviços prestados reflecte-se também na vontade manifestada pelos utentes, no sentido do alargamento desses serviços prestados.

Poupança de tempo no acesso aos serviços, mais eficácia dos serviços, facilidade no acesso, rapidez na resolução dos problemas, serviços mais eficientes são as mais valias da criação da Casa do Cidadão apontadas pelos entrevistados.

O director-geral da Afrosondagem, José Semedo, adianta que no estudo foi ainda avaliado a qualidade da prestação dos colaboradores em diversos itens com avaliação numa escala de 1 a 10.

Em termos de simpatia, a pontuação foi de 8,6; capacidade para prestar informações claras e úteis 8,4; capacidade para satisfazer a solicitação dos clientes 8,4; ética e profissionalismo no atendimento 8,3; e capacidade para resolver rapidamente os problemas 8,2.

“Em todos os itens em análise há uma evolução positiva comparativamente ao último estudo realizado em 2016”, sustentou, indicando que foi ainda avaliada a qualidade dos serviços e produtos prestados também com avaliação positiva em 2020 face a 2016.

Quanto à facilidade de acesso aos serviços electrónicos, segundo José Semedo, os dados mostram que a avaliação é igualmente “francamente positiva”.

“Temos a certidão ‘online’ avaliado com uma classificação de 9,0 contra 7,7 em 2016, o serviço de contraprova, que passou de 7,5 para 8,7. O serviço participa cidadão, que também subiu de 7,5 em 2016 para 8,2 em 2020 e também o portal Portondinosilhas 7,7 em 2018 e subiu para 8,1 em 2020”, precisou.

No que se refere à avaliação do impacto, oito em cada 10 dos entrevistados acreditam que a casa do cidadão contribuiu para a melhoria da qualidade no atendimento, na melhoria do ambiente de negócios, na redução dos recursos para acesso aos serviços, na diminuição da informalidade e na criação de oportunidade emprego.

José Semedo salientou ainda que os balcões únicos são uma inovação “muito bem aceite e avaliado” em todas as ilhas do país com a maioria dos clientes a avaliar positivamente os serviços de atendimento prestados nas câmaras municipais com excepção da ilha da Boa Vista.

O estudo, o sétimo realizado a pedido da Casa do Cidadão, abrangeu todas as ilhas e concelhos do país e tinha como propósito fazer um seguimento da avaliação da qualidade dos serviços prestados pela instituição.

O objectivo, segundo o gestor da Casa do Cidadão, João Cruz, é garantir uma prestação de serviço cada vez mais célere que vá de encontro às expectativas dos cidadãos.

Foi entrevistado um total de 1.721 pessoas em todas as ilhas do país e espera-se um intervalo de confiança de 95% e uma margem de erro de cerca de 3,5%.

MJB/CP
Inforpress/fim

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