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São Vicente: Vigilantes marcham contra “salário de miséria” e ameaçam com greve

Mindelo, 01 Fev (Inforpress) – Vigilantes de empresas de segurança privada, em São Vicente, efectuaram hoje uma marcha pacífica com o propósito de exigir “melhor salário” e condições de trabalho “condizentes” com o seu desempenho em relação ao transporte e fardamento.

Segundo o representante do Sindicato da Indústria, Agricultura, Comércio, Serviços e Afins (SIACSA), Jailson d’Aguiar, a manifestação da manhã de hoje visava também a Direcção-geral do Trabalho (DGT), que acusa de não ter enviado o Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) “a tempo e horas” para entrar no Orçamento do Estado (OE) para 2018.

“O pessoal estava a aguardar um ajuste salarial para o mês de Janeiro e com este atraso, pois o ACT deveria ser remetido no mês de Agosto, os vigilantes estão a mostrar o seu desagrado para com a DGT”, afirmou a mesma fonte, que classificação a manifestação de “preparação para uma greve”.

O sindicalista reforçou que a manifestação pacífica é “a favor dos vigilantes”, pois os mesmos vivem uma “situação precária” em relação ao salário e outras condições de trabalho que “necessitam de melhoramentos”.

O vigilante José Manuel Paris, delegado sindical, por seu lado, especificou que os vigilantes auferem o salário de 13.043 escudos, independentemente dos anos de serviço de cada trabalhador.

Dizem-se “maltratados” nas empresas, segundo a mesma fonte, em questões como transporte, falta de condições nos postos de trabalho, como ausência de casa-de-banho, para além de fardamento “deficitário”.

No dia 19 de Janeiro passado, o presidente do SIACSA, Gilberto Lima, de visita a São Vicente, tinha estabelecido que o Acordo Colectivo de Trabalho das empresas de segurança privada, “que foi acordado”, deveria concretizar-se até o dia 31 de Janeiro.

Números avançados pelos sindicados indicam que existem em São Vicente cerca de 500 vigilantes distribuídos por três empresas.

AA/ZS

Inforpress/Fim

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