São Vicente: Sintap exige que direcção e Governo cumprem deliberação sobre progressões, promoções e reclassificações no IMP

Mindelo, 02 Dez (Inforpress) – O secretário permanente do Sindicato dos Transportes da Administração Pública (Sintap), Luís Fortes, exortou hoje o conselho directivo e o Governo a consumar a deliberação sobre progressões, promoções e reclassificações no Instituto Marítimo e Portuário (IMP).

Em conferência de imprensa na sede da União dos Sindicatos de São Vicente (USV), Luís Fortes explicou que no dia 21 de Dezembro de 2019 foi publicada, no Boletim Oficial, uma deliberação do conselho directivo do IMP no sentido de resolver situações pendentes e de estagnação na carreira há vários anos.

A deliberação, acrescentou, faz referência à criação de uma equipa para o efeito, desde 2016, mas passados vários meses, os efeitos da deliberação não tiveram efeitos na prática.

“Os funcionários e colaboradores do IMP, até hoje, não receberam a remuneração salarial a que refere a deliberação”, adiantou o líder do Sintap, acrescentando que, após insistência do sindicato, “o conselho directivo informou que, apesar da dotação orçamental e de aval do tesouro”, não tem uma resposta formal por parte da Administração Pública.

Por isso, avançou Luís Fortes, tendo em conta o fim do ano económico e as notícias que “não são boas para o ano seguinte” sobre o pagamento de pendências, o sindicato pede ao conselho directivo e ao Governo para cumprirem a deliberação.

Outro assunto que, segundo o sindicalista, preocupa os funcionários e colaboradores do IMP, é a morosidade no tratamento dos processos de aposentação.

Isto porque, concretizou, “há funcionários que já ultrapassaram o tempo e a idade de aposentação” e, apesar de solicitarem os documentos necessários, “o conselho directivo não diligencia para que esses que já deram o seu tempo de trabalho ao serviço público, possam ter o descanso merecido”.

Além disso, avançou, os funcionários mostram-se preocupados com o “clima de intimidação e de ameaças” que se vive na instituição. Conforme Luís Fortes, no IMP “há dois pesos e duas medidas e ameaças” no tratamento dos funcionários.

CD/DR

Inforpress/Fim

 

 

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