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São Vicente: Sindicato convicto de que ministro da Educação resolverá pendências

Mindelo, 26 Fev (Inforpress) – A secretária executiva do Sindicato Democrático dos Professores  (Sindprof), em São Vicente,  Vanda Medina, mostrou-se hoje esperançosa em como o ministro da Educação resolverá as pendências dos professores que remontam mais de 15 anos.

Segundo Vanda Almeida, que falava em conferência de imprensa, no Mindelo, os representantes do sindicato saíram do encontro realizado na manhã de hoje com o ministro da Educação, Amadeu Cruz, a pedido do sindicato, esperançosos na resolução de várias questões e “injustiças” que afectam os professores a nível nacional.

Segundo avançou a secretária executiva dos Sindprof são questões que nunca foram resolvidas pelos sucessivos governos, mas o ministro da Educação “prometeu que vai ver os casos junto com o ministério das Finanças e criar condições” para que “muitas dessas pendências possam ser resolvidas em breve”.

“Essas preocupações são o atraso para entrada no quadro definitivo de alguns professores que já fizeram formação superior há mais de cinco anos, por exemplo, a reclassificação de professores de muitos anos, atribuição de um salário digno para professores que se encontram na tabela mais baixa do estatuto, que é 1A”, exemplificou a mesma fonte

Conforme Vanda Medina, no encontro abordaram com o ministro também as “injustiças nos processos de transferências e nos concursos de recrutamento”, da “grande burocracia” nos pedidos de tratamento de qualquer regalia que os professores têm direito, e dos pedidos de subsídios de transporte para os professores que trabalham em zonas distantes.

Para a secretária executiva do Sindprof, os professores “ao longo de muitos anos têm sido, a classe profissional mais abandonada pelos sucessivos governos” e muitos deles chegam no fim da carreira “sem usufruir dos seus direitos”.

“Por exemplo há alguns professores que já tinham direito, antes 2015, de 40 por cento (%) do salário mas foram para aposentação sem nada disso”, criticou a sindicalista, adiantando que os professores são a classe “mais pressionada em exigências laborais e muitos sacrificam um pouco do seu salário para fazer um bom trabalho e chegar onde querem chegar”.

No entanto, adiantou, o ministro “ mostrou grande abertura” em relação a esses temas e as questões serão resolvidas passo a passo para que todos possam estar no seu lugar.

CD/AA

Inforpress/Fim

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