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São Vicente: Primeiro-ministro diz que estratégia da reforma do sistema educativo é de médio/longo prazo

Mindelo, 20 Ago (Inforpress) – O primeiro-ministro considerou hoje, no Mindelo, que toda a estratégia da reforma do sistema educativo em Cabo Verde está baseada em “plantar para colher dentro de dez/15 anos”, ou seja a médio/longo prazo.

Ulisses Correia e Silva falava no acto de tomada de posse dos diferentes órgãos gestores do Campus do Mar, sediado em São Vicente, e lembrou que a gratuitidade no acesso ao ensino básico e secundário é uma oportunidade para colocar todos em pé de igualdade e criar as condições para que quanto mais massificado for o acesso e quanto mais qualidade, mais condições e um perfil diferente terá o jovem cabo-verdiano.

“Isto é plantar para colher, não é curto prazo, é médio e longo prazo, baseado nos recursos humanos, no capital humano, na pessoa e nas condições do cabo-verdiano para transformar o País”, reforçou o chefe do Governo.

Uma criança de 5 anos, exemplificou a mesma fonte, é um “factor de transformação” desde que lhe seja disponibilizada o ambiente e as condições favoráveis do sistema de ensino e que a coloque em condições de ser, no seu percurso, “um jovem com capacidade igual a qualquer jovem do mundo”.

Por isso, concretizou, o Governo, por exemplo, antecipou o ensino do Inglês do sétimo para o quinto ano do ensino básico, ou seja, começar cedo e transformar a língua inglesa como instrumento de uso corrente.

Da mesma forma, assinalou, o Governo está a massificar o sistema das tecnologias de informação e comunicação, quer junto do corpo docente como junto dos alunos, para que seja dominado um outro “instrumento importante”, nomeou, a era digital, o acesso e acessibilidades.

“Quem acredita, planta a semente, cuida e faz crescer, quem não acredita, come a semente, a curto prazo pode até resolver algum problema, mas a médio e longo prazo colhe mais pobreza e dificuldades”, sintetizou o primeiro-ministro que hoje, no Mindelo, presidiu ao acto de tomada de posse dos diferentes responsáveis do novel Campus do Mar, que integra a Universidade Técnica do Atlântico (UTA), o Instituto do Mar (Imar) e a Escola do Mar.

AA/CP

Inforpress/Fim

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