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São Vicente: PCA do IEFP garante que lista de transição dos funcionários está em consonância com o que foi estabelecido

Mindelo, 27 Mar (Inforpress) – O presidente do conselho de administração do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) garantiu hoje à Inforpress que a lista de transição, publicada no Boletim Oficial, está de acordo com o que foi estabelecido no PCCS.

Paulo Santos falava à Inforpress em reacção às declarações do líder do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (Sintap), que disse que “há mais de 20 trabalhadores do IEFP que foram mal-enquadrados”.

Paulo Santos diz-se “estupefacto” com as declarações do líder do Sintap, Luís Fortes, porque “ele deu o seu consentimento para as regras do Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS)”.

“Ele quer, por exemplo, que eu enquadre uma pessoa como técnico superior sem ter licenciatura. O PCCS do IEFP e a lista de transição foram homologados pela Secretária do Estado. A lista de transição está em consonância com as regras que foram estabelecidas”, assegurou Paulo Santos, realçando que não foi ele que estabeleceu as regras sozinho.

“Tivemos encontro em sede da Direcção Geral do Trabalho e tivemos encontro com a Secretária do Estado em que o senhor Luís Fortes esteve presente. Ele é um dos principais responsáveis e concordou com as regras que foram estabelecidas”, explicou a mesma fonte para quem, “não se pode enquadrar as pessoas fora daquilo que já foi publicado”, porque ajuntou, “o PCCS foi publicado com o aval do sindicato e o enquadramento do pessoal foi feito de acordo com as regras do PCCS”.

Para Paulo Santos “o líder do Sintap sabe perfeitamente que se ele apoiar os trabalhadores para ir ao tribunal ele vai perder, porque tudo o que está lá foi feito de acordo com as regras”.

No entanto, disse ser “normal que numa lista de transição uns ficam satisfeitos, outros não”.

O presidente do conselho da administração do IEFP estranhou também o facto do presidente do Sintap ter dito que “o PCA do IEFP foi o mais beneficiado desse processo”, porque o seu salário “passou de 150 para 240 mil escudos”.

Paulo Santos classificou essas afirmações de “barbaridades” e lembrou que “o salário dos presidentes das empresas públicas é regulado através de uma lei específica e não através do PCCS”.

“É muito preocupante um representante sindical fazer uma declaração dessas. Agora nós entendemos porque é que os trabalhadores, partiram para greve e estão a ter esse comportamento, porque o sindicato que os representa não tem condições”, considerou Paulo Santos.

Em jeito de remate, o PCA do IEFP disse que “o líder do Sintap é um sindicalista que não está em condições de representar coisa alguma, porque não conhece leis da República nem a lei que regula o salário dos presidentes dos institutos”.

CD/CP

Inforpress/Fim

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